Francisco Thiago Cavalcanti

TAMBÉM SE MATAM CAVALOS

Duração 70 min (aprox.)

TBA – Teatro do Bairro Alto [Sala Principal] | 2.º Ciclo de Apresentações nos dias 22/23/24 Julho

22 Julho 21h e 23 Julho 16h30

O olhar de um cavalo é a coisa mais bela e triste que existe no mundo. Como materializar isso em uma dança. Não o olhar do cavalo, mas a sensação do olhar, o que provoca em mim…. É um amor profundo. Se matam cavalos quando estes deixam de ser úteis para o ser humano, como se algo ou alguém tivesse que ter alguma utilidade. A arte, por exemplo, não serve pra nada. É por isso que quero fazer mil nadas.
Essa peça é sobre uma manada de cavalos que corre livre no campo aberto, exaustos, porém felizes; não sabem que vão morrer na guerra. Essa peça é um exercício sobre a liberdade.
Às vezes uma mentira pode virar verdade com o tempo. A imaginação é um convite. A vida é um susto.

Criação e direção Francisco Thiago Cavalcanti
Cocriação Bárbara Cordeiro, Francisca Pinto e Piero Ramella
Colaboração Clara Kutner, Lander Patrick e Lisa Nelson

Francisco Thiago Cavalcanti (BR), artista cearense da dança, da performance e do teatro, e mestre em Educação na linha de pesquisa Inclusão, Ética e Interculturalidade. Começou sua prática nas artes aos nove anos e hoje com 37 pode dizer que teve lindos encontros e trabalhos com artistas como Lia Rodrigues, com quem colaborou por 7 anos, e também: Luana Bezerra, Sílvia Moura, Márcio Abreu, João Fiadeiro, Denise Fraga, Dani Lima, Clara Kutner entre outros. Hoje em dia, nômade, desenvolve seu trabalho sozinho e com parcerias provisórias.

AGRADECIMENTOS

Lia Rodrigues, Marlene Monteiro de Freitas, Katarina Lanier, Jovan, Isabela Peixoto, Carolina Sá, Telma Maria, equipe do PACAP 5 e do Forum Dança e com muito amor Piero, Bárbara e Chica.

Créditos da Imagem © Safire Hikari

Depois do PACAP

Circulação

  • 6 maio, Festival Transborda, Almada | + info
    Fórum Municipal Romeu Correia – Auditório Fernando Lopes-Graça

10 Trabalhos | PACAP 5 – Bloco III

Apoios e Parcerias PACAP 5

Coprodução PACAP 5: Teatro do Bairro Alto

Apoios PACAP 5: O Rumo do Fumo, Alkantara, OPART | Estúdios Victor Córdon, O Espaço do Tempo, Fundação GDA, Piscina

Forum Dança | Apoios PACAP 5

Bruno Levorin

olhar para os olhos de quem anda

Duração 50 min (aprox.)

TBA – Teatro do Bairro Alto [Sala Principal] | 2.º Ciclo de Apresentações nos dias 22/23/24 Julho

22 Julho 18h30 e 24 Julho 21h

…de olhos abertos, andar de costas afastando o olhar junto daquele que vê. De olhos fechados, andar para frente em direção daquele que vê mesmo não vendo. De olhos abertos tocar na distância entre o que é visto e o que não. De olhos fechados confiar na possibilidade que há…

Criação Bruno Levorin, Lucas Damiani, Leonor Mendes, Nazario Díaz.
Performance Lucas Damiani, Leonor Mendes, Nazario Díaz.
Dramaturgia Bruno Levorin e Ignacio de Antonio
Música Juliana R.
Direção, concepção e figurino Bruno Levorin

O coreógrafo Bruno Levorin (Campinas, 1985) tem como princípio ocupar os espaços com perguntas e produzir sistemas para que essas se sustentem no tempo. Seus trabalhos também se situam dentro da dramaturgia e da teoria crítica, produzindo, junto com a coreografia, uma tríade de sentidos para dizer e fazer com atenção e cuidado.

AGRADECIMENTOS

Carolina Campos, Clarissa Sacchelli, Daniel Pizamiglio, Ignácio de Antônio, Gustavo Ciríaco, João Fiadeiro, Juliana R., Lucas Damiani, Leonor Mendes, Maitê Lacerda, Nazario Díaz, a todos os artistas envolvidos no programa de estudos PACAP5, em especial Bárbara Cordeiro, Andrei Bessa e Jean Lesca. Agradecimento mais que fundamental a toda a equipe do Forum Dança.

Créditos da Imagem © Lucas Damiani

10 Trabalhos | PACAP 5 – Bloco III

Apoios e Parcerias PACAP 5

Coprodução PACAP 5: Teatro do Bairro Alto

Apoios PACAP 5: O Rumo do Fumo, Alkantara, OPART | Estúdios Victor Córdon, O Espaço do Tempo, Fundação GDA, Piscina

Forum Dança | Apoios PACAP 5

Andrei Bessa

Urro

Duração 40 min (aprox.)

TBA – Teatro do Bairro Alto [Sala Principal] | 2.º Ciclo de Apresentações nos dias 22/23/24 Julho

23 Julho 20h30 e 24 Julho 20h

Urso-unicórnio, híbrido e plural, é aqui o corpo escolhido para viver na comunidade queer, uma alternativa à tribo gay (autodenominada) de ursos que exalta uma masculinidade normativa. Colocar em choque a cultura pop do unicórnio junto à doçura e ferocidade associadas à imagem do urso-animal, reivindicam-se novos imaginários. Entre desejo e erotismo, procura-se nesta criação uma mitologia que revele outros corpos no corpo presente, território gordo e de grande mundo. Urro é a primeira ação de um projeto em desenvolvimento.

Criação e performance Andrei Bessa
Colaboração em desdobramentos matéricos Miguel Miguel
Olhares vibrantes Acauã El Bandide Sereya, Luara Raio e Francis Wilker
Interlocução em pelvic dance Luiza Cascon
Design de Som Andrei Bessa
Crédito da imagem e fotos instantâneas Miguel Miguel
Tanga Cárgila Kayka
Tapa mamilo: Goretii Barros
Estruturas de madeira e folha espelhada pelo Frame Colectivo, originalmente construídas para o espetáculo Terra Nullius da Paula Diogo.

Andrei Bessa (Fortaleza, Brasil, 1987) é dramaturgista, performer e professor. Mestre em Artes pela Universidade Federal do Ceará. Artista do coletivo Inquieta Cia. Com foco na dramaturgia em processo, seu trabalho tem ênfase na performance e no teatro, com criações que entrelaçam dança, literatura e audiovisual. Atualmente, investiga o seu corpo gordo como material de expansão e expressão artística. Nessa perspectiva, sua mais recente obsessão é a fabulação do ser mítico urso-unicórnio.

AGRADECIMENTOS

Agapi Dimitriadou, Bárbara Cordeiro, Bruno Levorin, Emma Bigé, Carolina Cantelli Giovanna Monteiro, Glauber Coradesqui, Goretti Smarandescu, Iane Bessa, Inquieta Cia, Ivna Bessa, Jean Lesca, Júlian Pacomio, Leonor Mendes, Loreta Dialla, Lucas Damiani, Luiz Fernando Lubi, Márcia Lança, Paula Diogo, Piero Ramella, Rafael Frazão, Reina deL Mar, Roberto Dagô, Vicente Antunes Ramos e a todes do Forum Dança e PACAP5.

Créditos da Imagem e fotos instantâneas © Miguel Miguel

10 Trabalhos | PACAP 5 – Bloco III

Apoios e Parcerias PACAP 5

Coprodução PACAP 5: Teatro do Bairro Alto

Apoios PACAP 5: O Rumo do Fumo, Alkantara, OPART | Estúdios Victor Córdon, O Espaço do Tempo, Fundação GDA, Piscina

Forum Dança | Apoios PACAP 5
10 Trabalhos | Forum Dança/PACAP 5 - Bloco III | No TBA de 15 a 24 Julho

10 Trabalhos

Forum Dança / PACAP 5 

15-24 Julho | TBA-Teatro do Bairro Alto

ENTRADA LIVRE | Mais informações no site do Teatro do Bairro Alto, aqui

“Depois da presença “meteórica” em dezembro de 2021 com R|EXISTÊNCIA, o PACAP 5 – programa do Forum Dança com curadoria de João Fiadeiro em colaboração com Márcia Lança, Carolina Campos e Daniel Pizamiglio – regressa ao TBA para a apresentação dos projetos individuais desenvolvidos no terceiro bloco desta formação. Se na primeira passagem o foco estava na prática colaborativa entre performers e na negociação de visibilidade com os espectadores/visitantes/voyeurs, desta vez o foco passará a ser a investigação de cada interveniente. João Fiadeiro, Carolina Campos e Daniel Pizamiglio colocar-se-ão nesta fase ao serviço dos projetos de cada artista, numa postura de acompanhamento, tutoria e facilitação.
O objetivo será utilizar as ferramentas trabalhadas e experimentadas nos blocos I e II do curso e canalizá-las agora para a produção de um projeto individual. O que nos interessa é criar as condições para que a potência contida na pergunta-afeto inicial tenha correspondência no gesto tornado público. Essa manifestação poderá ter lugar na forma de esquisso, maquete ou mesmo “obra”, desde que o foco, em qualquer destas escalas, não esteja no produto, mas no processo.
Esta dimensão pública da partilha do processo é fundamental para que o “outro” deixe de ser idealizado e se “dê corpo” à premissa de que um gesto só se conclui quando recebido por um terceiro. Até porque muitas vezes (na maioria das vezes) só neste momento – em que se dá a “colisão” com o outro – é que nos apercebemos com clareza se aquilo que dissemos-fizemos era exatamente aquilo que queríamos dizer-fazer. Raramente é. E ainda bem.” – Equipa curatorial PACAP 5

Criação Andrei Bessa (BR), Bruno Levorin (BR), Francisco Thiago (BR), Katarina Lanier (US), Leonor Lopes (PT), Leonor Mendes (PT), Nazario Díaz (ES), Nicole Gomes (BR), Roberto Dagô (BR) e Ves Liberta (PT)
Acompanhamento artístico João Fiadeiro, Carolina Campos e Daniel Pizamiglio
Luz Leticia Skrycky e Santiago Rodriguez Tricot
Direção técnica Leticia Skrycky e Santiago Rodriguez Tricot
Produção Forum Dança
Coprodução TBA-Teatro do Bairro Alto
Fotografia Lucas Damiani

PROGRAMA

DIAS 15/16/17

Katarina Lanier (US)Call Me Three Times

Leonor Lopes (PT)FEARFANFIC

Leonor Mendes (PT)até amanhẽ

Nazario Díaz (ES)Amanecer. Alto. Cielo.

Nicole Gomes (BR)Cinza

DIAS 22/23/24

Andrei Bessa (BR)Urro

Bruno Levorin (BR)olhar para os olhos de quem anda

Francisco Thiago (BR)TAMBÉM SE MATAM CAVALOS

Roberto Dagô (BR)TEMPESTADE EM CORPO D’ÁGUA

Ves Liberta (PT)enquanto me lago

 

Mais informações e horários consultar o site do TBA-Teatro do Bairro Alto.

DATA E LOCAL DE APRESENTAÇÃO
Teatro do Bairro Alto
sex 15, sáb 16 e dom 17 jul
sex 22, sáb 23 e dom 24 jul

Mais info sobre o TBA-Teatro do Bairro Alto aqui

PROGRAMA POR DIA

15 de Julho

18h30 – Nicole Gomes – Cinza

20h00 – Katarina Lanier – Call Me Three Times

21h00 – Leonor Lopes – FEARFANFIC

22h00 – Leonor Mendes – até amanhẽ

 

16 de Julho

16h30 – Katarina Lanier – Call Me Three Times

17h30 – Leonor Mendes – até amanhẽ

20h00 – Leonor Lopes – FEARFANFIC

21h00 – Nazario Díaz – Amanecer. Alto. Cielo.

 

17 de Julho

18h30 – Nazario Díaz – Amanecer. Alto. Cielo.

20h00 – Leonor Lopes – FEARFANFIC

21h00 – Nicole Gomes – Cinza

 

22 de Julho

18h30 – Bruno Levorin – olhar para os olhos de quem anda

19h45 – Roberto Dagô – TEMPESTADE EM CORPO D’ÁGUA

21h00 – Francisco Thiago Cavalcanti – TAMBÉM SE MATAM CAVALOS

 

23 de Julho

16h30 – Francisco Thiago Cavalcanti – TAMBÉM SE MATAM CAVALOS

18h30 – Roberto Dagô – TEMPESTADE EM CORPO D’ÁGUA

20h30 – Andrei Bessa – Urro

21h30 – Ves Liberta – enquanto me lago

 

24 de Julho

18h30 – Ves Liberta – enquanto me lago

20h00 – Andrei Bessa – Urro

21h00 – Bruno Levorin – olhar para os olhos de quem anda

10 Trabalhos | PACAP 5 – Bloco III

Actividades PACAP 5

Apoios e Parcerias PACAP 5

Coprodução PACAP 5: TBA-Teatro do Bairro Alto

Apoios PACAP 5: O Rumo do Fumo, Alkantara, OPART | Estúdios Victor Córdon, O Espaço do Tempo, Fundação GDA, Piscina

Forum Dança | Apoios PACAP 5
Palestra "A Minha História da Dança", por Rui Horta

Rui Horta

23 June 2022, at 18h30
Palácio Galveias Library – Lisbon
Approximate duration: 2 hours

Free entry, subject to registration.

 

Born in Lisbon, Rui Horta began dancing at the age of 17 at the Ballet Gulbenkian’s ballet courses, and later lived for several years in New York, where he completed his training and developed his career as a performer and teacher. In ‘84 he returned to Lisbon and was one of the most important driving forces behind a new generation of Portuguese dancers and choreographers.

During the 1990s he lived in Germany where he directed the SOAP Dance Theatre Frankfurt, where his work was considered a reference in European dance and was presented at the most important theatres and festivals around the world, particularly at the Thêatre de la Vile, which co-produced his work for a decade.

In 2000 he returned to Portugal and founded Espaço do Tempo in Montemor-o-Novo, a multidisciplinary centre for residencies and artistic experimentation.

In addition to his intense work as an independent creator, Rui Horta has created, as a guest artist, a vast repertoire for renowned companies such as the Cullberg Ballet, the Gulbenkian Ballet, the Grand Ballet de l’Opera de Genéve, the Marseille Opera Ballet, the Netherlands Dance Theatre, the Gothenburg Opera Dance Company, Icelandic Ballet, Scottish Dance Theatre, Random Dance, Carte Blanche, Ballet am Gartner Platz, Ballet de Roubaix, Linz Opera Ballet, Nuremberg Opera Ballet, Tanzmainz, etc.

Throughout his career he has received important prizes and honours such as the Grand Prix de Bagnolet, the Bonnie Bird Award, the Deutsche Produzent Preis, the Acarte Prize, the Almada Prize, the rank of Officer of the Order of the Infante, the rank of Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres by the French Ministry of Culture.

His choreographic work has been classified as a Heritage of German Dance. In the performing arts, his work as a director extends to theatre, opera, the new circus and experimental music. He is also a lighting designer and multimedia researcher, a universe he often uses in his work.

Vicente Ramos | Vozes do Rossio: Um Documentário Coreográfico | Partilha de processo de residência | Forum Dança e Casa da Dança de Almada

Vicente
Ramos

Vozes do Rossio: Um Documentário Coreográfico

Casa Municipal da Juventude de Cacilhas – Ponto de Encontro

9 Junho | 19h00

Partilha de processo de residência

Partilha pública da residência artística Cuarto Oscuro.

Um dos quatro trabalhos selecionados para o “Apoio a Criação 2022”, uma parceria entre o Forum Dança e a Casa da Dança.

ENTRADA GRATUITA

A partir de uma série de entrevistas em áudio realizadas com pessoas que vivem suas vidas no entorno do Monumento de D. Pedro IV, no Rossio, Vicente Ramos constrói uma instalação sonora, que será ativada em uma performance. Ao deslocar-se com um microfone por entre os falantes de baixa potência, um performer amplifica as vozes e as torna audíveis em todo o espaço. Assim, o gesto inicial da entrevista de algum modo se repete aqui, com o mesmo instrumento – o microfone -, mas desta vez em outro contexto, como uma dramaturgia mixada em tempo real neste “documentário coreográfico”.

 

Criação e performance Vicente Antunes Ramos
Cocriação Giovanna Monteiro

 

Vicente Antunes Ramos desenvolve sua pesquisa artística nas áreas de teatro, dança e performance, tendo a voz, sonoridades e o uso de documentos em cena como eixos centrais de criação. Vicente é um dos fundadores do Comitê Escondido Johann Fatzer, coletivo interdisciplinar que se dedica à investigação cênica. Formou-se em Artes Cênicas pela Universidade de São Paulo, e em 2021, mudou-se para Lisboa para fazer parte do PACAP 5, do Fórum Dança.

 

Local
Casa da Dança/Casa Municipal da Juventude de Cacilhas – Ponto de Encontro

Lucas Damiani | Cuarto Oscuro | Partilha de processo de residência | Forum Dança e Casa da Dança de Almada

Lucas
Damiani

Cuarto Oscuro

Casa Municipal da Juventude de Cacilhas – Ponto de Encontro

27 Maio | 19h00

Partilha de processo de residência

Partilha pública da residência artística Cuarto Oscuro.

Um dos quatro trabalhos selecionados para o “Apoio a Criação 2022”, uma parceria entre o Forum Dança e a Casa da Dança.

ENTRADA GRATUITA

Cuarto Oscuro é um espaço de intimidade, e de relação entre o tátil e o visual. Na fotografia, é uma parte fundamental do processo da revelação, onde o material fotossensível é protegido da luz: só assim a imagem latente presente em um filme pode se tornar visível. O conceito de quarto escuro também existe no mundo gay, geralmente um quarto pouco iluminado em um bar ou boate, onde o desejo latente se manifesta em encontros dos corpos e das peles. Cuarto Oscuro é uma provocação sinestésica, uma procura de imagens que remetam a sensações táteis, assim como toques que deixam rastros visuais; e é, especialmente, um ponto de partida para questões sobre toque, pele, desejo, consentimento, cuidados, o que eu vejo e deixo os outros verem, e, claro, a intimidade.

 

Investigação e criação Lucas Damiani
Em colaboração com Aline Belfort (audiovisual/fotografia) e Nazario Diaz (performance).
Olhar externo Daniel Pizamiglio

 

Lucas Damiani é um artista uruguaio que trabalha-pesquisa nas interseções das Artes Visuais e Cénicas, com estudos específicos em Fotografia, Psicologia e Dança Contemporânea. Criado perto do mar em Montevidéu, viveu e estudou em Madrid, Amsterdão e Berlim. No seu trabalho visual, realizou exposições individuais e coletivas no Uruguai, Itália, Espanha e Bulgaria. Trabalhou em artes cênicas com Guillermo Weickert (ES), Lee Mingwei (TW), Marcelo Evelin (BR), entre outros. (www.lucas-damiani.com)

 

Local
Casa da Dança/Casa Municipal da Juventude de Cacilhas – Ponto de Encontro

ARTE JOVEM 2022

Arte Jovem 2022

Os ateliers artísticos estão de volta!

Dança, Voz, Música, Teatro e Vídeo para crianças dos 7 aos 12 anos.

Regressamos finalmente ao Arte Jovem e às actividades que marcam o início das férias de Verão.
Com estes ateliers artísticos poderás aprender, criar, pensar, interpretar e partilhar experiências criativas com novos amigos.
As actividades deste ano terão como tema o Som, a Música e o Silêncio e vamos contar com a ajuda do livro “Alto, Baixo, Num Sussurro”, de Romana Romanyshyn e Andriy Lesiv, da colecção Orfeu Mini, da editora Orfeu Negro.
No final da semana vais mostrar à tua família e aos teus amigos tudo o que aprendeste a brincar, numa pequena apresentação.

Actividades de 4 a 8 de Julho

 

  • Dança e Voz com MARIA RADICH (das 10h15 às 11h15)
  • Música com NUNO CINTRÃO (das 11h45 às 13h)
  • Teatro com MANUELA PEDROSO e Vídeo com JOÃO PINTO (das 14h30 às 17h15)

 

Informações Importantes

 

  • O Arte Jovem decorre de 4 a 8 de Julho, com actividades entre as 10h15 e as 17h15.
  • A faixa etária dos participantes é compreendida entre os 7 e os 12 anos de idade.
  • Todos os participantes devem ter cumprido, pelo menos, o 1.º ano de escolaridade obrigatória.
  • Recebemos os participantes a partir das 9h30 e podem ficar até às 18h30.
  • Todos os dias haverá um intervalo para almoço e brincadeira, que decorre entre as 13h00 e as 14h30.
  • Os participantes trazem almoço e lanche de casa (não esquecer: trazer também talheres). O Forum Dança assegura o aquecimento das refeições e acompanhamento das crianças/jovens.
  • Sexta-feira dia 8 de Julho às 17h00: convite aos familiares para assistirem à apresentação do trabalho desenvolvido ao longo da semana.

 

Taxa de Participação

 

  • Dia inteiro – 130,00€
  • Períodos da manhã – 75,00€ (meio-dia)
  • Períodos da tarde – 75,00€ (meio-dia)

 

Desconto

 

  • Menos 10% para irmãos, residentes na Penha de França e alunos do Forum Dança no ano lectivo a decorrer (2021/22).

 

Inscrições e mais informações

 

  • Inscrições para o nosso email.

Calendário de Actividades

10h15 – 11h15
Atelier de Dança e Voz,

Com Maria Radich

11h45 – 13h00
Atelier de Música,

Com Nuno Cintrão

ALMOÇO E BRINCADEIRA

14h30 – 15h45 / 16h – 17h15
Ateliers de Teatro e Vídeo,

Com Manuela Pedroso e João Pinto

10h15 – 11h15
Atelier de Dança e Voz,

Com Maria Radich

11h45 – 13h00
Atelier de Música,

Com Nuno Cintrão

ALMOÇO E BRINCADEIRA

14h30 – 15h45 / 16h – 17h15
Ateliers de Teatro e Vídeo,

Com Manuela Pedroso e João Pinto

10h15 – 11h15
Atelier de Dança e Voz,

Com Maria Radich

11h45 – 13h00
Atelier de Música,

Com Nuno Cintrão

ALMOÇO E BRINCADEIRA

14h30 – 15h45 / 16h – 17h15
Ateliers de Teatro e Vídeo,

Com Manuela Pedroso e João Pinto

10h15 – 11h15
Atelier de Dança e Voz,

Com Maria Radich

11h45 – 13h00
Atelier de Música,

Com Nuno Cintrão

ALMOÇO E BRINCADEIRA

14h30 – 15h45 / 16h – 17h15
Ateliers de Teatro e Vídeo,

Com Manuela Pedroso e João Pinto

10h15 – 11h15
Atelier de Dança e Voz,

Com Maria Radich

11h45 – 13h00
Atelier de Música,

Com Nuno Cintrão

ALMOÇO E BRINCADEIRA

14h30 – 15h45 / 16h – 17h00
Ateliers de Teatro e Vídeo,

Com Manuela Pedroso e João Pinto

17h00
Apresentação final.

CARTAZ ARTE JOVEM 2022
CARTAZ ARTE JOVEM 2022

Sobre o livro

Alto, Baixo, Num Sussurro
de Romana Romanyshyn e Andriy Lesiv

PRÉMIO BOLOGNA RAGGAZZI 2018 | Não-Ficção

 

“Onde nasce a música? O que é um decibel? O que fazem um engenheiro acústico, um DJ ou um designer de som? Como comunicam as pessoas que não conseguem escutar nenhum som?

Eis a enciclopédia ilustrada que faltava aos leitores de hoje, estudantes, professores ou apenas amantes da música e do mundo invisível dos sons.

Alto, Baixo, Num Sussurro fala-nos das diferentes sonoridades que existem, mas também da importância do silêncio, e de ouvir e escutar o outro. Muitas vezes, sem usar palavras.”

 

TÍTULO ORIGINAL голосно, тихо, пошепки / Loudly, Soflty, in a Whisper
TRADUÇÃO DO INGLÊS João Berhan
COLECÇÃO Orfeu Mini
ANO DE EDIÇÃO 2018 | N.º PP. 64 | FORMATO 26,5 x 28,5 cm | EAN 978989886833

Professores

João Pinto

Forum Dança - João Pinto
João Pinto

João Pinto, (aka PTV), realizador, editor & manipulador de imagens. Conclui a escola superior de cinema em 1993.

Com um percurso sempre ligado à imagem:

  • Colaborou com inúmeros criadores na área da dança contemporânea, musica, teatro e cinema;
  • Promoveu as suas obras e assinou muitas criações vídeo originais;
  • Realizou projectos de video-arte, documentários e videoclips;
  • Pioneiro do videojamming (VJ) desde 1996 até à actualidade.

Participou em projectos educativos e inovadores de Arte nas escolas públicas:

  • Projecto Respira (2009/10);
  • Arte Jovem: Ateliers vídeo/teatro para crianças e adolescentes (Fórum Dança 2003/20) em parceria com Manuela Pedroso.

Trabalhou em diversos projectos de desenvolvimento e inserção social com minorias:

  • Alkantara Festival e Fundação Calouste Gulbenkian 2008/11.

Manuela Pedroso

Forum Dança - Manuela Pedroso
Manuela Pedroso © Estelle Valente

Manuela Pedroso, licenciada em Teatro (Atores e Encenadores) pela ESTC, em Lisboa. Frequentou o Curso de Monitores de Dança para a Comunidade organizado pelo Fórum Dança, em 1992/93. Formadora creditada pelo Conselho Científico Pedagógico da Formação Contínua, da Universidade do Minho.

Trabalha desde 1986 como atriz profissional em diversas companhias teatrais (Teatro Espaço, Teatro da Malaposta, Teatro do Século, Teatro Meridional, Casa Conveniente, entre outros), tendo sido dirigida pelos seguintes encenadores: Águeda Sena, José Martins, Figueira Cid, Rui Mendes, Mário Feliciano, Inês Câmara Pestana, Miguel Seabra, Layla Ripol, Mónica Calle, Inês Barahona e Giacomo Scalisi. Participou como intérprete na área da Dança em projetos coreográficos de Margarida Pinto Coelho, Paulo Henrique e Madalena Victorino.

Trabalha desde 1991 como formadora na área do Teatro e da Dança Criativa com diversas entidades oficiais promotoras do ensino artístico em Portugal: Escolas Primárias e Secundárias, Escola Profissional de Educação para o Desenvolvimento, Grupo de Teatro da Nova, Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Cascais, C.E.N.T.A., Casa de Serralves, Forum Dança, Centro Cultural de Belém, A.P.C.C., Teatro Aveirense, Teatro Viriato, Artemrede.

Trabalha ainda desde 2003 como contadora de histórias, colaborando com a Livraria “Ler para querer”, Direção Geral do Livro e das Bibliotecas, Teatro Maria Matos, Casa das Histórias – Museu Paula Rego, entre outras instituições.

Maria Radich

Forum Dança - Maria Radich
Maria Radich

Maria Radich é uma cantora, coreógrafa e bailarina votada à transdisciplinaridade, que vem actuando na área da música improvisada, com actividade em simultâneo na dança e no teatro, como coreógrafa dos seus próprios espectáculos ou trabalhando com outros criadores.

Com formação em performance, dança e coreografia, gradualmente começou a explorar as intersecções férteis entre dança, música e teatro.

Frequentou workshops de música com Nuno Rebelo, Carlos Zíngaro, José Menezes e Paulo Curado, aulas de canto com Cristina de Castro (2004) e Barbara do Canto Lagido (2006) e workshops de voz com especialistas como Ute Wassermann, Inês Nogueira, Luís Castanheira, Margarida Mestre e Sonia Gómez.

Nuno Cintrão

Forum Dança - Nuno Cintrão
Nuno Cintrão

Nuno Cintrão, Músico, Guitarrista, Compositor, Performer. Divide a sua atividade profissional entre a performance e a educação. A sua atividade artística e pedagógica tem sido pautada pela procura de pontos de contacto entre diferentes formas de expressão artística e criativa e a realização de projetos em diferentes contextos. Interessa-se pela experimentação e construção de objectos sonoros e a concepção de espectáculos colaborativos e multidisciplinares.

É licenciado em guitarra clássica, pela Escola Superior de Música de Lisboa e em Educação Musical pela Escola Superior de Educação de Lisboa. Em 2017 concluiu o Mestrado em Ensino de Música no ISEIT-Almada.

Ao longo do seu percurso tem tido a oportunidade de colaborar com artistas de diferentes áreas de expressão artística. Desde 2010 que compõe música para teatro, vídeo e dança tendo colaborado com diversas companhias e artistas. Destas colaborações destacam-se a Byfurcação Teatro, Companhia da Esquina, Musgo, Créme de La Créme e Aldara Bizarro.

Tem concebido e realizado workshops, formações e espectáculos junto de várias entidades, das quais se destacam: Fábrica das artes-CCB, Fundação Calouste Gulbenkian, Associação Portuguesa de Música nos Hospitais, Fórum Dança, Fundação do Gil, Operação Nariz Vermelho, CFMI-Universidade March Bloch Strasbourg, APEM-Associação Portuguesa de Educação Musical.

Fez parte do projeto “Música nos Hospitais” com o qual trabalhou como músico e formador até 2013, realizando intervenções musicais e em Hospitais e diferentes instituições de cariz social. Divide o seu interesse entre a guitarra e outros objetos sonoros, procurando a sua linguagem musical no universo da música improvisada e experimental, passando pelas músicas do mundo, erudita, jazz e rock. Enquanto guitarrista tem colaborado com diferentes projetos, de entre os quais se destacam: Trama, Ana Barroso e mais recentemente com Teresa Salgueiro (ex-Madredeus).

Para além de Portugal, teve a oportunidade de apresentar os seus projetos em Cabo Verde, Macau, Bélgica, Hungria, Alemanha, Brasil, Itália e Espanha.

Forum Dança | Mensagem do Dia Mundial da Dança 2022, por Kang Sue-jin, Coreia do Sul

Dia Mundial
da Dança 2022

Mensagem para o Dia Mundial da Dança 2022
por Kang Sue-jin, Coreia do Sul

“A catástrofe do Covid-19 parou a vida como a conhecíamos tão livremente e estar no meio dessa tragédia faz-nos repensar o significado de “dança” e “dançarinos”. No passado distante, a dança era um meio primordial de expressão e comunicação por meio de gestos; tornando-se arte performática que movia a alma e inspirava o público. É uma arte momentânea que é difícil de restaurar à sua forma original uma vez concluída porque é criada com todo o corpo e alma. A dança é feita de momentos efémeros, que destinam os bailarinos a estarem em movimento para sempre. No entanto, o Covid-19 restringiu e até bloqueou a arte da dança na sua forma original.

 

Embora a situação esteja a melhorar, as apresentações de dança ainda estão sujeitas a muitas restrições. Isso faz-nos acalentar as preciosas lembranças de tempos em que danças e dançarinos brilhavam como joias, transmitindo angústia e ansiedade humana, vontade e esperança de vida, e iluminavam o mundo.

 

Da mesma forma, é importante lembrar que durante as réplicas da Peste Negra na Europa Medieval, o balé Giselle que retrata o amor além morte foi apresentado na Ópera de Paris a 28 de Junho de 1841 e recebeu uma resposta explosiva. Desde então, Giselle tem sido apresentada em toda a Europa e em todo o mundo para confortar e encorajar as almas da humanidade devastada pela pandemia. Também é minha compreensão desse ponto, que foi demonstrado pela primeira vez naquela mesma performance de Giselle, é o espírito magnífico de uma bailarina tentando escapar da gravidade das dificuldades do mundo.

 

O público solitário e cansado está sedento pela simpatia e conforto dos bailarinos. Como bailarinos, acreditamos que o bater das nossas asas dá esperança aos corações daqueles que amam a arte da dança e dá-lhes coragem para superar esta pandemia.

 

O meu coração já está a começar a bater.”

 

/ Kang Sue-jin, Coreia do Sul, Directora Artística do Korean National Ballet

 

 

Para saber mais sobre Kang Sue-jin.

Mensagem original em inglês aqui.

Vídeo da mensagem aqui.

 

Foto ⓒ KOREAN NATIONAL BALLET 2017

Forum Dança - PACAP 5 | Workshops Abertos

PACAP 5 | Bloco III
Workshops Abertos

Bloco III: Processos de investigação individual de cada participante

WORKSHOPS no âmbito do PACAP 5 abertos a alunos externos.

Sobre os workshops

 

“Durante o decorrer do terceiro bloco do PACAP 5, os participantes serão visitados por cinco artistas – Gustavo Sumpta, Mette Edvardsen, Eleonora Fabião e a dupla Luara Raio/Acauã El Bandide Sereya – que irão partilhar com o grupo os seus processos e estratégias de composição para o desenvolvimento dos seus projectos. São artistas que partilham premissas semelhantes na relação que desenvolvem com o gesto artístico, sobretudo ao nível das suas éticas de trabalho e compromisso radical com o tempo presente. Têm ainda em comum um posicionamento crítico em relação às suas disciplinas, não se deixando capturar por qualquer tipo de catalogação artificial e manipuladora. Fizemos questão que fossem artistas bastante díspares entre si, tanto ao nível formal como ao nível geográfico e geracional.” – equipa curatorial do PACAP 5

Artistas convidados e datas

 

  • 16 a 20 Maio | 10h às 13h – Mette Edvardsen;
  • 30 Maio a 3 Junho | 10h às 13h – Luara Raio & Acauã El Bandide Sereya;
  • 13 a 17 Junho | 10h às 13h – Gustavo Sumpta;
  • 27 Junho a 1 Julho | 10h às 14h – Eleonora Fabião – esgotado;

Mette Edvardsen

Not a line

De 16 a 20 Maio | Das 10h às 13h

 

“Para o workshop abordarei desvios e digressões como métodos e materiais no trabalho artístico. Parece impossível avançar em filas, saber o que fazer e depois fazê-lo. O trabalho surge através do trabalho. Embora as peças sejam feitas em sucessão, os seus processos não seguem necessariamente essa mesma organização no tempo. Diferentes trabalhos, ideias, experiências podem levar ao próximo, como fios que se cruzam e se conectam, reconhecendo que as coisas não são feitas isoladamente, mas em tensão umas com as outras.” – Mette Edvardsen

 

Mais informação sobre Mette Edvardsen aqui.

Luara Raio & Acauã El Bandide Sereya

De 30 Maio a 3 Junho | Das 10h às 13h

 

Mais informações sobre Luara Raio aqui e sobre Acauã El Abandide Sereya aqui.

Gustavo Sumpta

De 13 a 17 Junho | Das 10h às 13h

Proposta

Tendo como referência o legado da prática de CTR – Composição em Tempo Real, proponho duas tarefas que servem de aquecimento, disponibilização e atenção! Estas tarefas irão acompanhar-nos durante todas as sessões.

Pretendo com isto que sejam os participantes a desenvolver, encontrar e construir as suas tarefas particulares. Estas tarefas são de cariz repetitivo. Pretendo com isto desenvolver a “espera activa”. Acompanhar as propostas dos participantes.

Pretende-se que esta espera nos torne capazes de, um dia, atravessar uma parede.

 

Materiais

De modo a criar pontos de referência comuns a todos, gostaria de pedir aos participantes que visionassem previamente dois filmes:

Isto é importante. Cada participante deverá trazer para este workshop uma colher de sopa de metal e uma pequena pedra de amolar. Mais tarde, folhas A4.

 

Mais informações sobre Gustavo Sumpta aqui.

Eleonora Fabião

De 27 Junho a 1 Julho | Das 10h às 14h

 

“Este workshop é um espaço coletivo e dialógico de estudo e criação de performance. Ao longo da semana discutiremos conceitos, analisaremos arquivos, realizaremos práticas psicofísicas e criaremos peças breves. Nos perguntaremos: o que consideramos importante somar ao nosso mundo hoje? que ações? que imagens? que afetos? que economias objetivas e subjetivas? que modos de produção e relação? quais forças queremos ampliar por meio de nossas ações? quais modos de vida humana e interespécies propomos viver? que mundos queremos criar com nossa arte? e que arte queremos criar com nossa arte? Interessa escutar as circunstâncias, tomá-las como matéria-prima, e agir articulando as dimensões social, estética, espiritual e política de modo indissociável.” – Eleonora Fabião

 

Mais informação sobre Eleonora Fabião aqui.

Inscrições e mais informações

 

  • Vagas limitadas.
  • Inscrições para o nosso email.
  • Taxa de participação: 70 € por workshop.
  • Desconto: 10% para alunos e ex-alunos de cursos de longa duração do Forum Dança (PACAP/CGPAE/PEPCC)

Actividades PACAP 5

Apoios e Parcerias PACAP 5

Coprodução PACAP 5: Teatro do Bairro Alto

Apoios PACAP 5: O Rumo do Fumo, Alkantara, OPART | Estúdios Victor Córdon, O Espaço do Tempo, Fundação GDA, Piscina

Forum Dança | Apoios PACAP 5
Fórum Dança | Aulas de Pelvic Dance | Luiza Cascon

Pelvic
Dance

Com Luiza Cascon

Das 9h30 às 10h30, nas seguintes datas

  • Maio: 3, 5, 10, 12, 24, 26

  • Junho: 7, 9, 21, 23

“PELVIC DANCE surge da investigação dos movimentos pélvicos através da dança e práticas de consciência corporal. Neste workshop vamos trabalhar a mobilidade da pelve e a ativação de fluxos energéticos que estão diretamente ligados à criatividade e à sexualidade.

A zona pélvica foi a nossa primeira casa, e a origem da vida. Dançar movendo as ancas é, em muitas culturas, um ritual de celebração da fertilidade, assim como dos ciclos da vida. Infelizmente, na sociedade patriarcal, esta zona do corpo é vista como um tabu, e pouco somos ensinados sobre o autocuidado com nossa saúde e sexualidade em geral.

Através de práticas somáticas, música e DANÇA de diferentes estilos, ativamos a consciência do nosso corpo como uma casa que abriga nossas histórias, emoções e padrões. Através da dança acedemos ao prazer e à alegria no movimento, e deixamos fluir a energia vital pelo corpo, de dentro pra fora.

Qualquer pessoa pode participar das aulas, independente de gênero, idade ou experiências anteriores com práticas de movimento.”

Luiza Cascon

Informações Gerais

Destinatários: Para pessoas de todos os níveis de proficiência, amadores e profissionais.

Número máximo de participantes: 20 pessoas

Inscrição: A participação nestas aulas é totalmente gratuita e está aberta a todo o tipo de público. Será apenas necessária a inscrição prévia, enviando o seu pedido com os dias que pretende frequentar para o nosso email.

Bio

Luiza Cascon é artista da dança, massoterapeuta, doula e DJ. Nasceu e cresceu no Rio de Janeiro e vive em Lisboa desde 2017. Estudou Belas Artes, Dança e Massagem Ayurvédica, e recentemente concluiu sua formação como Doula.

Criou o projecto PELVIC DANCE em 2020, onde dá aulas de dança que trabalham a consciência e a mobilidade da pelve e a ativação energética do nosso centro criativo e sexual, considerando os aspectos terapêuticos e rituais da dança. Esta pesquisa começou dois anos antes enquanto colaborava no projeto RABA POWER em parceria com Flora Mariah.

Tem como influências a dança contemporânea, práticas somáticas, meditação, yoga, kung fu, twerk, funk, vogue, entre outros.

Atualmente é bailarina e criadora nos espetáculos musicais PLANO V em parceria com a cantora Joanadágua e a VJ Astronauta Mecanico. Este projecto esteve em residência durante o último mês de março na Casa Independente (Lisboa), onde para além de realizar seus espetáculos autorais, assinaram a curadoria e programação do mês, composta por artistas queer, mulheres afrodescendentes e imigrantes.

Colabora com o bloco de carnaval Colombina Clandestina, dando aulas de dança que tem como objetivo preparar o corpo de baile para o desfile de carnaval e outros cortejos em eventos de celebração ou manifestação nas ruas de Lisboa.

 

www.luizacascon.com | www.planov.org
Pelvic Dance: Instagram Facebook

Luiza Cascon
Luiza Cascon
Fórum Dança | Workshop Intensivo de Klein Technique™, com Susan Klein e Fabio Tavares

Workshop com Susan Klein,
Klein Technique™

em colaboração com Fabio Tavares

Estúdios Victor Córdon, Lisboa
26 a 30 de Setembro 2022 | 12h00 – 17h00

“Neste workshop muito especial de 5 horas Susan Klein (EUA) e Fabio Tavares (EUA/Brasil) irão lecionar em conjunto a Klein Technique™ com foco tanto na teoria como na prática. Susan começará cada dia com um movimento e depois centrar-se-á num dos princípios teóricos de Klein Technique™. Após um intervalo, Fabio dará uma aula completa de Stretch and Placement (Alongamento e Colocação). Durante as aulas haverá tempo de sobra para perguntas e atenção individual.

 

Este workshop enfatizará o princípio chave da Klein Technique™, o conceito de movimento a partir do nosso tecido estrutural e energético mais profundo: o osso, as ligações ao nível dos ossos e de como o corpo coordena para melhorar o movimento e reduzir e curar lesões.

 

Entrelaçando teoria e prática trabalharemos os músculos de apoio postural profundo: o músculo psoas, os músculos do tendão, os músculos do pavimento pélvico, e os rotadores externos. Trabalharemos com uma compreensão corporal da forma como estes músculos alinham os ossos, um lugar de ligação, o que conduz a um verdadeiro poder e eficácia de movimento. A Klein Technique™ é uma prática orientada pelo processo importante para pessoas de todos os níveis de proficiência, tanto dançarinos como não dançarinos. O nosso objetivo é ensinar o movimento a partir da perspetiva individual do conhecimento e compreensão internos. Os estudantes de todos os níveis de prática na Klein Technique™ irão adquirir conhecimentos sobre os seus padrões e hábitos de movimento e obter uma maior compreensão interna dos seus corpos.

 

Todos são bem-vindos. Venha! Respire, Estique, e Ligue-se a nós!!”

 

/ Susan Klein

Informação Geral

Datas: 26 a 30 de Setembro 2022
Horário: Das 12h00 às 17h00
Local: Estúdios Vitor Córdon, Lisboa – mais informação aqui
Destinatários: Profissionais, estudantes e pessoas com experiência prévia em movimento, dança e/ou teatro.
Número máximo de participantes: 25 pessoas

 

Aviso Covid-19

Será necessário fazer um teste rápido antigeno, providenciado pelo Forum Dança, apenas no primeiro dia do workshop.

Pré-inscrição

A inscrição é efectuada através de formulário disponível no nosso site e será validada após recepção do comprovativo de pagamento, que deverá enviar para o nosso email.

 

Processo de inscrição

  1. Faça a sua pré-inscrição on-line no formulário indicado para o efeito;
  2. Aguarde o nosso email com as instruções de pagamento;
  3. Proceda ao pagamento da sua inscrição, conforme indicado no email enviado;
  4. Envie-nos o respectivo comprovativo de pagamento para o nosso email;
  5. A sua inscrição só é validada após a recepção do seu comprovativo.

Taxa de Participação

  • Early-Bird, até 30 de Julho / 15 31 de Agosto: 300,00 €
  • Valor normal, após 30 de Julho / 15 31 de Agosto: 330,00 €
  • Desconto de 10% para:
    • Alunos e ex-alunos de cursos de longa duração do Forum Dança (PACAP/CGPAE/PEPCC/etc.);
    • Participantes das sessões de Stretch and Placement – Klein Technique™ orientadas por Gisela Dória a decorrer actualmente no Forum Dança.

Biografias

Susan Klein
Susan Klein

Susan Klein

Tem vindo a desenvolver e a ensinar a Klein Technique™ desde 1972 ensinando em aulas diárias em Nova Iorque no seu estúdio, The Susan Klein School of Movement and Dance, e durante os últimos dois anos da pandemia de Covid-19 pelo Zoom. Tem viajado por todo o mundo desde 1989 ensinando em oficinas intensivas da Klein Technique™.

 

Esta técnica é o resultado de uma grave lesão no joelho e desenvolveu-se a partir da busca pessoal de Susan pela cura. Serve como uma forma de as pessoas trabalharem através das suas lesões individuais, compreenderem e melhorarem o funcionamento dos seus corpos, curarem-se e tornarem-se melhores dançarinas. As suas principais influências no desenvolvimento do seu trabalho são Irmgard Bartenieff, Dr. Fritz Smith, e o Professor J. R. Worsley.

 

Susan tem uma clínica privada como Terapeuta do Movimento, Zero Balancer certificada, Professora Sénior de Zero Balancing, e Acupuncturista Tradicional de 5 Element Worsley, L.Ac., B.Ac.(UK), M.Ac.,(USA), Dipl. Ac.(NCCAOM).

 

Para mais informações: www.kleintechnique.com

Fabio Tavares
Fabio Tavares

Fabio Tavares 

Artista brasileiro obcecado, desde muito jovem, com o corpo humano em acção. Começou como ginasta competitivo antes de fugir para se juntar ao circo aos 15 anos, onde conseguiu o seu primeiro emprego profissional como acrobata. Desde então, não deixou de trabalhar. Em 1999, mudou-se para Nova York para estudar Klein Technique™ com Susan Klein e tornou-se instrutor certificado de Klein Technique™ em 2009. Entre 2008 e 2014 deu aulas semanais de Klein Technique™ na Susan Klein School of Movement and Dance e na Dance New Amsterdam (DNA).

 

Fabio Tavares tem colaborado e atuado com um incrível grupo de artistas, incluindo Laurie Anderson, Anne Bogart, Circus Amok, SITI Company e STREB Extreme- Action Company, onde dançou e ensinou por mais de 14 anos. Também lecionou na Universidade de Pace entre 2014 e 2017. Fabio Tavares ensina atualmente na Escola de Teatro David Geffen na Universidade de Yale.

 

O espetáculo solo de Fabio Tavares, “The Ex-Body”, baseia-se no texto “The Hamletmachine” de Henier Müller e, desde 2010, tem sido apresentado no Brasil, Europa e Estados Unidos em vários festivais diferentes.

 

Fabio Tavares é também professor de Alexander Technique, certificado pela AmSAT, e praticante certificado de Zero Balancing.

 

Para mais informações: www.healthandpoise.com

Formulário de pré-inscrição

Inscrições encerradas

Formulário de pré-inscrição

Palestra "A Minha História da Dança", por Mette Edvardsen

Mette Edvardsen

19 May 2022, at 18h30
Palácio Galveias Library – Lisbon
Approximate duration: 2 hours

Free entry, subject to registration.

 

Mette Edvardsen. Choreographer and performer. Although some of her work explores other media and formats, such as video, books and writing, her interest is always in the performing arts as a practice and situation. She has worked as a dancer and performer for various companies and projects since 1994, and has been developing her own work since 2002. She presents her work internationally and continues to develop projects with other artists, both as a collaborator and as a performer.

 

Retrospectives of her work have been presented at the Black Box Theatre (Oslo, 2015), and in the Idiorritmias programme at MACBA (Barcelona, 2018). Her piece ‘Time has fallen asleep in the afternoon sunshine’ has been in circulation since 2010, has been presented twice at Kunstenfestivaldesarts (Brussels, 2013 and 2017), Sydney Biennale (2016), Index Foundation (Stockholm, 2019), Oslobiennalen First Edition (2019/ 2020), Trust & Confusion at Tai Kwun Arts (Hong Kong, 2021) and Bienal de São Paulo (2021). She will present several pieces at Amant, (New York, 2022), and will develop a residency project at Les Laboratoires d’Aubervilliers (Paris 2022/23).

 

Mette Edvardsen is supported by Norsk Kulturråd (2021/2025) and BUDA Arts Centre Kortrijk (2017/2021). From 2019 to 2021, she was an associate artist at the Centre Chorégraphique National de Caen en Normandie (France). She is currently finalising her research as a PhD candidate at the Oslo National Academy of Arts.

 

www.metteedvardsen.be | www.timehasfallenasleepintheafternoonsunshine.be

Forum Dança - Sofia Dias & Vítor Roriz | PACAP 6 | © Joana Linda

PACAP 6
2023

Programa Avançado de Criação em Artes Performativas

Curadoria de Sofia Dias e Vítor Roriz

De 16 de fevereiro a 30 de julho de 2023

CANDIDATURAS ENCERRADAS

Abertas até 20 junho de 2022

Apresentação

Em cada época há vozes que chegam do futuro e impelem a mudanças urgentes e necessárias no presente. As vozes que nos chegam hoje do futuro parecem sofrer daquela rouquidão quase muda de quem durante anos repete até à exaustão a mesma coisa. Apesar das inúmeras declinações e formulações, mais ou menos prosaicas, mais ou menos poéticas, essa mensagem do futuro surge numa questão tão simples quanto esta: “se já sabes o que é preciso fazer, porque é que não o fazes?” E não é a aparente afonia que torna estas vozes inaudíveis, mas o esforço voluntário de as minimizar, ignorar ou adiar. Camus, em O Mito de Sísifo, chega a uma síntese que nos parece ligada à raiz dessa surdez “…o consentimento prático e a ignorância simulada, (…) faz com que vivamos com ideias que, se na verdade as sentíssemos, deveriam transformar toda a nossa vida.” Esta contradição entre as ideias e a prática são um lugar fértil de questionamento artístico pelo que nos revela da futilidade das barreiras entre o desejo de transformação e a ação ou da dificuldade de algumas comunidades em largar o “osso” do privilégio, não só sobre outras comunidades, como sobre a própria natureza.

 

A par da imprevisibilidade do que aí vem, da obsolescência de algumas ferramentas de pensamento e ação que caracterizam a nossa sociedade, das vozes que a anunciam, das resistências à sua escuta, há um futuro a ser imaginado e para o qual estamos desde já a contribuir ativa ou passivamente. O PACAP é um desses lugares de imaginação e de experimentação onde as circunstâncias do mundo estão em diálogo com as especificidades e subjetividades de cada artista e, por isso, um lugar especial para o debate das nossas contradições. O trabalho de cada artista comunica de forma mais ou menos direta com as múltiplas temporalidades que constituem a realidade, influenciando-a e absorvendo-a, fazendo parte dela e, por vezes, distanciando-se para criar mundos paralelos que nos garantem uma perspetiva crítica sobre o que se passa à nossa volta. No curioso equilíbrio entre o particular e o universal, vemos como a aproximação ao que há de mais singular e específico em cada artista tem a capacidade de, não raras as vezes, afetar mais pessoas do que aquelas que fazem parte do seu círculo habitual. E nestas afetações sucessivas vamos contribuindo para a diversidade de imaginários sobre o corpo, a identidade, as relações.

 

O PACAP, enquanto comunidade provisória, é também um lugar de composição das relações entre cada participante, de articulação entre o individual e o coletivo, de experimentação de outras dinâmicas de interação que se sobreponham às de privilégio e poder, tais como o cuidado, a generosidade, a atenção, a colaboração.

 

O PACAP convoca uma intensidade pelo simples facto de ser uma comunidade a prazo. Esta consciência do fim dá o acréscimo de energia e a urgência necessárias para espoletar relações inusitadas e excessos que escapam ao controlo, mas que são indispensáveis à imaginação. Podemos usar esta energia do estar juntos para provocar tanto um re-centramento, como um ligeiro desvio ou deslocação nos nossos modos de pensar/fazer.

 

Por tudo isto, sabemos que para além do incrível grupo de artistas que convidamos para estarem connosco, o que torna a experiência do PACAP realmente única é a constelação de participantes que irá integrar este Programa. Gostaríamos, por isso, de convidar 16 pessoas com o desejo e o prazer da experimentação, para connosco imaginarem múltiplos futuros através de projetos cujos pontos de partida tanto podem ser uma simples qualidade de movimento, um conceito urgente e atual, uma ideia banal, uma intuição por nomear, um objeto fora do lugar, ou qualquer outra coisa que provoque a inquietação necessária para criar.

Estrutura

O PACAP 6 está estruturado em cinco momentos:

 

  • Momento 1 – Comunidade temporária, de 16 fevereiro a 10 de março 2023;
  • Momento 2 – Laboratórios, encontros e conversas, de 13 de março a 19 de maio de 2023;
  • Momento 3 – Pesquisa e Criação, de 22 de maio a 2 de julho;
  • Momento 4 – Apresentação Pública, de 3 a 23 de julho;
  • Momento 5 – Reflexão/feedback, produção e fim, de 24 a 29 de julho.

 

Aceda aos separadores para saber mais informação sobre cada um destes momentos que constituem a estrutura do programa.

MOMENTO 1

Comunidade Temporária

[de 16 fevereiro a 10 de março 2023]

O PACAP 6 é uma comunidade temporária com a duração de seis meses. E enquanto comunidade precisamos de encontrar modos de coexistência onde a combinação das heterogeneidades de cada artista se traduzam numa maior capacidade de ação. A forma como nos constituímos enquanto comunidade, embora tenha muito de aleatório e involuntário, depende de uma atenção particular à composição das relações para que nenhum modo de pensar/fazer se veja desqualificado e para que se preserve a diversidade de perspetivas e a liberdade de criação. É uma composição instável e em mutação contínua ao longo dos seis meses, mas à qual nos dedicamos conscientemente neste primeiro momento.

 

Residência
O PACAP 6 começa com uma residência de seis dias com a presença de Sofia e Vítor. Nesta residência, vamos começar por partilhar os projetos com que cada artista se candidatou a este programa, bem como algumas das suas referências e práticas pessoais. Simultaneamente, iremos explorar uma série de metodologias de colaboração e reflexão coletiva numa lógica de reciprocidade, cuidado e circulação de ideias.

 

Laboratório com Sofia & Vítor
Durante oito dias, Sofia e Vítor vão partilhar algumas das suas ferramentas de pesquisa, ao mesmo tempo que acompanham cada artista na preparação e apresentação de uma breve performance/ensaio a partir dos projetos individuais. Para assistir a estas performances/ensaios convidaremos o círculo de cúmplices do PACAP. Trata-se da primeira e ainda íntima abertura desta comunidade temporária ao exterior, num movimento de expansão e agregação.

 

Visitas às estruturas locais
Nestas primeiras semanas faremos visitas a vários espaços de apresentação, pesquisa e experimentação de artes performativas de Lisboa e teremos oportunidade de falar com as pessoas que os coordenam. Esta visitas são uma primeira contribuição para o mapeamento da cidade de Lisboa por cada artista e pretendem tornar mais fácil a sua comunicação com essas estruturas enquanto potenciais parceiros.

MOMENTO 2

Laboratórios, encontros e conversas

[de 13 de março a 19 de maio de 2023]

O segundo momento do PACAP corresponde a um período de incorporação crítica das práticas, influências, perspetivas e desejos de uma série de pessoas convidadas em diferentes formatos de encontro.

 

Laboratórios de pesquisa
Procurámos congregar um grupo eclético de 8 artistas, que ao longo de doze semanas vão partilhar os seus modos de pesquisa e criação em laboratórios com a duração de 5 a 10 dias.

Pessoas já confirmadas: Alex Cassal, Christine de Smedt, João FiadeiroLigia Lewis, Marcelo EvelinSheena McGrandles, Simone Aughterlony e Vera Mantero.

 

Resposta criativa
Os laboratórios de pesquisa serão pontuados por um momento de resposta criativa e crítica de cada participante. Esta resposta pretende devolver um olhar ou um feedback às pessoas convidadas de forma a sedimentar a experiência do laboratório e colocá-la em diálogo com os projetos individuais. A resposta criativa/crítica será uma oportunidade para a experimentação de diferentes formatos de apresentação.

 

Encontros pontuais / Crash Meetings
Entre os oito laboratórios de pesquisa estão previstos encontros pontuais com artistas a residir ou de passagem por Lisboa. A duração desses encontros varia entre apenas algumas horas a um dia e o seu formato é aberto e flexível. Os Crash Meetings são uma oportunidade para incluir artistas locais e expandir a comunidade temporária do PACAP 6.

Para além das escolhas da curadoria, há ainda espaço para sugestões do grupo de participantes do PACAP, indo ao encontro das necessidades e interesses coletivos.

 

Para o PACAP 6 convidámos também algumas pessoas para ampliar e adensar a reflexão e discussão sobre os temas/assuntos que gostaríamos de abordar neste programa, nomeadamente, a apropriação criativa, a tensão entre forma/conteúdo e a relação da criação artística com diversos temas prementes. Haverá um foco particular sobre o conceito de “bridging the divide” que a tradução livre poderia ser “aproximar os que estão divididos”. Neste âmbito, representantes de dois projetos que operam segundo este conceito vão partilhar a sua experiência, sobretudo na tentativa de aproximação de pessoas de espectros políticos radicalmente diferentes. O conceito “bridging the divide” a par da pesquisa de ferramentas para o diálogo com quem consideramos estar nos antípodas das nossas convicções (não só políticas como também artísticas) são um eixo fundamental na reflexão e ação do PACAP 6. Também para estas conversas/seminários haverá espaço para as sugestões de cada participante.

Pessoas já confirmadas: François Chaignaud, Rita NatálioPiny, Ana Correa e Hanna Israel (Europe Talks).

 

Programa Paralelo
Será proposto ao grupo de participantes do PACAP 6 um programa de espetáculos e performances em diferentes espaços culturais de Lisboa. A visualização coletiva permite criar um plano comum de reflexão não só sobre os espetáculos mas também, por efeito de espelho, sobre as práticas de cada participante do PACAP. É mais fácil discutir e aplicar alguns conceitos tendo um espetáculo como referência comum. Este programa paralelo, decorre fora do horário do PACAP e a sua participação é facultativa.

MOMENTO 3

Pesquisa e Criação

[de 22 de maio a 2 de julho]

Durante seis semanas, cada participante do PACAP trabalhará nos projetos individuais de criação. É um período acompanhado por Sofia e Vítor, e por instigadores locais escolhidos por cada participante. Será proposta uma metodologia de colaboração onde cada participante se coloca ao serviço de um ou mais projetos de modo a que este processo criativo seja o mais acompanhado possível e para que se tire partido do principal recurso deste programa: os pares.

 

No início deste processo, será realizado um plano de produção em colaboração com a equipa do Forum Dança de modo a adequar os recursos existentes ou a encontrar outros necessários à concretização dos projetos. Na quarta semana de criação haverá um momento de apresentação informal e sessão de feedback.

Durante a última fase do processo criativo o grupo participará num laboratório de acompanhamento técnico com Letícia Skrycky e Santiago Rodríguez Tricot, que depois farão a mediação técnica com os espaços de apresentação, para a implementação do projeto no Teatro do Bairro Alto e na Culturgest.

 

Documentação
Em colaboração com uma artista e designer gráfica será desenvolvido um projeto de documentação coletivo do processo criativo de cada participante. Numa primeira fase serão recolhidos materiais com vista à constituição de um arquivo pessoal. Esse arquivo servirá depois de campo de experimentação para a criação de um objeto documental coletivo que poderá dialogar diretamente com o trabalho em “estúdio” ou partir numa direção autónoma.

Este processo conta com a colaboração de Marta Ramos.

MOMENTO 4

Apresentação Pública

[de 3 a 23 de julho]

O processo criativo de seis semanas culmina com as apresentações públicas dos projetos individuais em duas instituições culturais de Lisboa: o Teatro do Bairro Alto (TBA) e a Culturgest. Um dos parceiros irá acolher sobretudo projetos que se enquadram no espaço teatral enquanto que o outro acolherá projetos para espaços não convencionais, nomeadamente o espaço exterior (jardins, rua, auditório ao ar livre, etc.). Esta diversidade de contextos de apresentação e respetivo apoio técnico e logístico das equipas destas instituições culturais procura ir ao encontro da diversidade e especificidade das propostas de cada participante. Assim, os formatos de apresentação dependem exclusivamente do processo de criação e das intenções artísticas de cada participante que tanto podem resultar num espetáculo ou performance como numa palestra, prática coletiva, instalação, experiência sonora, passeio guiado, entre múltiplas outras opções.

As apresentações públicas do PACAP são um momento de celebração, de ampliação das relações desta comunidade temporária e de reflexão coletiva.

 

Partilha de Documentação
O período da apresentação pública será também a oportunidade para partilhar, num dos espaços do Teatro do Bairro Alto, uma composição coletiva dos arquivos pessoais, dando a ver linhas de força, aproximações e afastamentos entre cada projeto. Esta composição temporária serve tanto de introdução aos projetos como de ponto de apoio para posteriores reflexões e discussões.

 

Registo
Será realizado um registo fotográfico e uma gravação vídeo integral de cada apresentação. Este registo será cedido aos participantes para a documentação e/ou difusão do projeto.

MOMENTO 5

Reflexão/feedback, produção e fim

[de 24 a 29 de julho]

Reflexão e feedback
De volta à intimidade dos estúdios do Forum Dança, este momento final do PACAP 6 é dedicado à reflexão e feedback sobre o percurso de cada participante nos seis meses do Programa, com especial incidência no processo de criação e a apresentação pública. Nesta reflexão/feedback contaremos com a presença das/os instigadores de cada projeto.

 

Apoio de produção
Paralelamente a este momento reflexão e feedback, cada participante terá um acompanhamento de produção e difusão. Dependendo da fase em que cada projeto se encontra, este acompanhamento poderá consistir: na elaboração de um dossier de produção e/ou difusão; na pesquisa e contato de parceiros institucionais que permitam o desenvolvimento e/ou apresentação do projeto; na preparação de candidaturas a residências, apoios e bolsas de criação e/ou circulação; em esclarecimentos sobre o contexto português de apoio às artes e estatuto do trabalhador das artes; entre outros. Este momento conta com a colaboração de Sofia Matos (Coordenação de Projetos Associados, na Materiais Diversos).

 

Finalização da Documentação
Neste derradeiro momento do Programa vamos criar um objeto documental coletivo que tenta integrar e colocar em diálogo os elementos das pesquisas individuais, com a experiência dos diferentes laboratórios, dos encontros pontuais, dos seminários e das performances apresentadas no Teatro do Bairro Alto e na Culturgest.

 

Comunidade temporária
Do mesmo modo que no início dos seis meses é dada especial atenção à formação desta comunidade temporária, neste momento do Programa é fundamental também cuidar do seu fim.

Informações

Público-alvo

Bailarinas/os, coreógrafas/os, performers e outras/os artistas com práticas ligadas à performance, ao corpo e ao movimento.

Idade superior a 23 anos (sem limite superior de idade).

O programa está aberto a candidaturas individuais e a duplas de artistas.

Nota

O PACAP terá como língua de trabalho o inglês e o português de acordo com as/os intervenientes do Programa.

É requerido um domínio mínimo destas línguas, embora esse não seja um critério determinante para a seleção das/os candidatas/os.

Pessoas Convidadas

Artistas e estruturas convidadas/es/os e já confirmadas/es/os:

 

Momento 2 | Laboratórios de Pesquisa

 

Momento 2 | Encontros Pontuais/Crash Meetings

 

Momento 3/4 

 

Momento 5

    • Sofia Matos

Processo de seleção

O processo de seleção será realizado pelos curadores do PACAP 6 e pela direção do Forum Dança.

Decorrerá em 2 Fases distintas:

 

  • Fase 1 – Candidaturas;
  • Fase 2 – Audições.

 

As pessoas que pretendam candidatar-se devem apresentar a sinopse de um projeto a desenvolver no âmbito do PACAP 6. Esta sinopse não é mais do que um ponto de partida, uma ideia inacabada, um problema por resolver.

1.ª Fase

Candidaturas

 

A submissão de candidaturas processa-se através de formulário online (mais abaixo, nesta página) até dia 20 junho de 2022.

Serão aceites candidaturas em português, inglês ou francês.

 

Elementos a incluir na candidatura:

 

  • Carta de motivação (max. 1 pág. A4 formato .pdf) ou vídeo (link max. 3 minutos);
  • CV com fotografia e breve nota biográfica (max. 2 pág. A4 .pdf – não exceder 1MB);
  • Link para portfólio das pessoas que se candidatam, com textos, imagens e links para vídeos (max. 10 pág. A4, em formato .pdf);
  • Sinopse de projeto a desenvolver no âmbito do PACAP 6 (max. 1 pág. A4, pdf).

 

As pessoas selecionadas para a audição serão contactadas até dia 30 junho 2022 por email.

! NOTA IMPORTANTE !

Pedimos que não enviem links para download de vídeos e fotografias.

Os links enviados devem dar acesso direto à visualização online dos ficheiros (Youtube, Vimeo, etc.).

Apenas aceitamos como ficheiros para download o CV, a carta de motivação e projeto/sinopse.

2.ª Fase

Audições

 

Esta segunda fase será apenas para as pessoas selecionadas na primeira fase.

 

  • Data: 5 a 10 de Setembro de 2022;
  • Local: Forum Dança, Lisboa, Portugal;

 

Comunicação dos resultados: todas as pessoas seleccionadas serão contactadas por email até 30 de setembro de 2022.

 

Nota

Para pessoas residentes no estrangeiro que não se possam deslocar até Lisboa, será realizada uma audição e entrevista online entre 5 e 10 de setembro 2022 em horário a combinar com cada pessoa candidata.

Propinas

  • Inscrição: 120€;
  • Pagamento integral do curso: 1800€;
  • Pagamento em duas prestações: 950€ x 2.

 

Atenção: As propinas são devidas por cada participante, mesmo que se candidatem enquanto dupla de artistas.

 

Por favor, não deixe de concorrer por causa de questões financeiras.

Se o valor da propina for um impedimento, anexe à sua candidatura uma carta explicativa da sua condição financeira.

Bolsas

Serão atribuídas quatro bolsas de estudo:

 

  • 1 Bolsa com redução de 100% do valor da propina total, dirigida exclusivamente a pessoas artistas oriundas dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP);
  • 1 Bolsa com redução de 75% do valor da propina total, dirigida exclusivamente a pessoas artistas negras residentes em Portugal;
  • 2 Bolsas com redução de 50% do valor da propina total, dirigida a 2 artistas que possam assegurar a tradução simultânea das sessões do PACAP para pequenos grupos.

 

Por favor, não deixe de concorrer por causa de questões financeiras.

Se o valor da propina for um impedimento, anexe à sua candidatura uma carta explicativa da sua condição financeira.

Horários

De Segunda a Sexta-feira das 10h00 às 17h00.

Este horário é apenas indicativo e poderá sofrer alterações.

Será entregue um plano detalhado do programa a cada participante do PACAP 6.

Candidatura

Formulário

Candidaturas encerradas.

Curadoria

Sofia Dias e Vítor Roriz

"O que não acontece", de Sofia Dias e Vítor Roriz, 2018 © Filipe Ferreira.
"O que não acontece", de Sofia Dias e Vítor Roriz, 2018 © Filipe Ferreira.

Sofia Dias e Vítor Roriz são uma dupla de artistas a colaborar desde 2006. A natureza híbrida da sua pesquisa, associada a uma curiosidade e necessidade de experimentação levou-os à criação de vários espetáculos, performances, faixas sonoras, vídeos, podcasts e instalações, atravessando diferentes contextos e esbatendo limites entre áreas artísticas.

 

Os seus espetáculos para palco, predominantemente interpretados pelos dois, convocam uma linguagem coreográfica depurada em ligação com a palavra e a voz, como são exemplo “Um gesto que não passa de uma ameaça”, de 2011 (Prix Jardin d’Europe e Aerowaves Spring Forward) ou “O que não acontece”, de 2018, ambos em circulação nacional e internacional. Para além dos espetáculos em dupla, Sofia e Vítor têm vindo a criar com e para outros intérpretes, quer a convite de companhias, como a Companhia Instável em 2010 e a Companhia Maior em 2019, quer em produções próprias, tais como “Satélites” (2015), “Escala” (2021) ou o seu primeiro espetáculo para crianças – “Sons (Mentirosos) Misteriosos” (2020).

"Arremesso IX", de Sofia Dias e Vítor Roriz, 2021 © Musiberia.
"Arremesso IX", de Sofia Dias e Vítor Roriz, 2021 © Musiberia.

Dos cerca de 30 projetos de criação, realizados ao longos dos últimos 16 anos, Sofia e Vítor contam com várias experiências noutros contextos que não o palco, como por exemplo, a peça radiofónica “De olhos fechados” realizada para a OSSO (2021), o vídeo “Contorno” criado para a 3.ª edição da Traça (2020), a performance/instalação “Dispositivos da Infiltração” no Teatro do Bairro Alto (2020), a peça sonora “Cais do gás” em Lisbon by Sound (2014), ou a série de performances “Arremesso” para espaços não convencionais que a dupla tem vindo a apresentar desde 2011. Uma série que conta já com nove performances e que procura reativar e re-significar o arquivo de gestos, movimentos, textos, músicas, paisagens sonoras, vozes e “estados de presença” que se acumularam ao longo da colaboração.

Apesar da atividade de criação artística caracterizar o trabalho desta dupla, a sua primeira ação de colaboração, em 2006, é o Projecto MOLA – Movimento Latente – um projeto de educação artística não formal para crianças e adultos de diferentes proveniências sociais e económicas e que se manteve em movimento até 2010. A atividade pedagógica da dupla teve depois continuidade, num âmbito profissional, após um workshop a convite da Companhia Instável do Porto. Desde então, Sofia e Vítor lecionam regularmente aulas e workshops em Portugal e no estrangeiro, quer no contexto dos festivais e teatros onde apresentam os seus espetáculos, quer em instituições formais ou informais de pesquisa e ensino, como o C.e.m. – Centro em Movimento (Lisboa), La Place de la Danse CDCN (Toulouse) e a ESAD (Caldas da Rainha). Desde 2010 que mantêm uma relação de proximidade com o Fórum Dança (Lisboa), tendo sido convidados para a curadoria da 2.ª edição do Programa Avançado de Criação em Artes Performativas (PACAP 2 – 2018/19) e, entretanto, desafiados para a curadoria da 6.ª edição desse Programa em 2023.

 

O interesse crescente da dupla por formas de partilha e reflexão entre pares, levou-os à participação e organização, desde 2012, de várias residências e encontros entre artistas, dos quais destacam AWARE no contexto do Festival Alkantara. Sofia e Vítor são chamados regularmente para sessões de “feedback” e “olhar exterior” de vários projetos de artes performativas.

"António e Cleópatra", de Tiago Rodrigues com Sofia Dias e Vítor Roriz, 2014 © Magda Bizarro.
"António e Cleópatra", de Tiago Rodrigues com Sofia Dias e Vítor Roriz, 2014 © Magda Bizarro.

Enquanto dupla, foram convidados a colaborar com diversos artistas, entre os quais, Catarina Dias (Potlach), Lília Mestre (Beyond Mary and Joseph), Lara Torres (An impossible wardrobe for the invisible), Gonçalo Waddington e Carla Maciel (At most mere minimum), Marco Martins e Clara Andermatt (Durações de um Minuto), Marco Martins (Two maybe more), Mark Tompkins (improvisation based on In C), Tim Etchells (The exhibition of a film), Felipe Hirsch (Ópera Orphée). Têm vindo a colaborar mais regularmente com Tiago Rodrigues, enquanto intérpretes nas peças “António e Cleópatra” de 2014 (ainda em circulação nas versões portuguesa, inglesa e francesa) e “Sopro” de 2017. Em 2020, fizeram assistência ao movimento na peça “Catarina e a beleza de matar fascistas”, do mesmo autor.

Desde o início da sua colaboração que contam com o apoio de diversas estruturas culturais: O Espaço do Tempo, da qual foram artistas associados entre 2009 e 2016, a já extinta Bomba Suicida no período de 2006 a 2009 e Materiais Diversos que, entre 2012 e 2016, fez a produção, difusão e administração da toda a atividade artística da dupla. Também não podem deixar de destacar a relevância do Alkantara e da Devir/CAPA no apoio ao seu trabalho criativo. Colaboraram com as estruturas de produção e difusão cultural SUMO e Something Great e, atualmente, contam com a produção da Agência 25.

 

Ao longo destes anos têm usufruído do importante apoio das redes europeias Looping, TRANSFER, Aerowaves, Open Latitudes, Modul Dance, ONDA e Départs.

"Fora de qualquer presente", Sofia Dias e Vítor Roriz, 2012 © Paulo Pacheco.
"Fora de qualquer presente", Sofia Dias e Vítor Roriz, 2012 © Paulo Pacheco.

Em 2020, desenvolveram o projeto “Infiltração” no Teatro do Bairro Alto que culminou com a estreia da peça “Escala”.
Em 2022 foram os Artistas em Destaque no GUIDance.
Em 2022/2023 Sofia e Vítor serão os “Novos Inquilinos” no Teatro Viriato em Viseu. A sua próxima peça “Never Odd or Even”, em colaboração com Filiz Sizanli e Mustafa Kaplan, tem estreia marcada para Novembro de 2022 no Festival Alkantara e apresentações em Viseu, Paris e Porto.

 

Sofia Dias & Vítor Roriz são membros associados da REDE – Associação de Estruturas para a Dança Contemporânea.

Mais informações em www.sofiadiasvitorroriz.com

Participantes

Bobby Brim (FR), Camilla Morello (IT), Connor Scott (UK), Estrellx Supernova (US), Lorea Burge (UK/ES), Lucas Damiani (UY), María Ibarretxe del Val (ES), Marcelo de Castro Pereira (BR), Mariana Catalina Iris (UY), Rafaela Santos (PT), Silvana Ivaldi (PT), Tarlie Lumby (UK), Vanessa Lonau (DE) e Victor Lattaque (FR).

Actividades PACAP 6

Créditos da imagem de topo © Joana Linda

Apoios e Parcerias

Coprodução PACAP 6: Teatro do Bairro Alto e Culturgest.

Apoios PACAP 6: Casa da Dança – Almada, Fundação GDA, O Rumo do Fumo, Alkantara, OPART | Estúdios Victor Córdon, O Espaço do Tempo, Piscina.

Forum Dança | Parcerias e Apoios PACAP 6
Forum Dança | PACAP 5 - Apresentações Bloco II | Bruno Levorin | Rosa Sijben | © Aline Belfort (2022)

Um e três caminhos
para tocar algo

Bruno Levorin (BR) e Rosa Sijben (NL)

Duração 40 min (aprox.)

Espaço da Penha | 12 e 13 Abril | 19h00

Em “um e três caminhos para tocar algo”, Rosa Sijben e Bruno Levorin partilham a pergunta: como tornar o ausente tátil? Tomados pela imaginação e usando-a como ferramenta para perpetuar a conversa entre os dois e as coisas, o trabalho convida o público a olhar para o que já não está ali.

Concepção, criação, direção, dramaturgia e performance Rosa Sijben e Bruno Levorin

O coreógrafo Bruno Levorin (Campinas, 1985) tem como princípio ocupar os espaços com perguntas e produzir sistemas para que essas se sustentem no tempo. Seus trabalhos também se situam dentro da dramaturgia e da teoria crítica, produzindo, junto com a coreografia, uma tríade de sentidos para dizer e fazer com atenção e cuidado. [website]

 

A artista plástica Rosa Sijben (1988, Alkmaar, NL, ela) faz esculturas e coreografa situações ao seu redor usando meios performativos. A sua prática artística lida com o status social, económico e estético dos objectos, contemplando a interacção entre objectalidade e pessoalidade – uma prática que visa essencialmente estimular a consciência da sua posição entre outros sujeitos e outros objectos. [website]

AGRADECIMENTOS

Este projecto tem o apoio de Stichting Niemeijerfonds, Gerbrandy Cultuurfonds, Stichting Stokroos e Mondriaan Fund.

Créditos da Imagem © Aline Belfort (2022)

Apresentações PACAP 5 | Bloco II

Apoios e Parcerias PACAP 5

Coprodução PACAP 5: Teatro do Bairro Alto

Apoios PACAP 5: O Rumo do Fumo, Alkantara, OPART | Estúdios Victor Córdon, O Espaço do Tempo, Fundação GDA, Piscina

Forum Dança | Apoios PACAP 5
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