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História

Núcleo 2026

O Núcleo surge como um projeto que cumpre um dos objetivos do Forum Dança: acolher residências artísticas e apresentações informais decorrentes, sob o cuidado de uma linha programática específica.

Tem um impulso auto-reflexivo da história do Forum Dança, referenciando-se com o Núcleo de Apoio Coreográfico (NAC) que na década de 1990 foi uma importante plataforma de apoio à criação e internacionalização da dança portuguesa.

Trata-se de um lugar de experimentação, no qual se cuida do ofício de criar, mostrar, refletir, criar circularidade com a comunidade artística e na sua vertente pública na criação e mediação de públicos.

Open Call | Residências 2026

 

Candidaturas encerradas

Sendo um dos objetivos do Forum Dança o apoio à criação artística, de acordo com linhas programáticas enquadradas pela sua direção, o Programa de Residências Núcleo 2026 surge para que se crie um espaço que possibilita um período de experimentação e de investigação pela ação, articulando a criação com a transmissão à comunidade artística.

 

A presente edição do Programa apoiará três projetos na área da dança contemporânea ou performance que se encontrem em qualquer fase de conceção e desenvolvimento, desde que ainda não estreados.

 

O Programa oferece espaço de ensaio durante duas semanas e a possibilidade de realizar uma partilha com o público.

 

As candidaturas deverão ser submetidas até dia 25 de março de 2026.

Os resultados serão anunciados até dia 27 de março de 2026, por email.

Períodos

  • Residência 1:  3 a 14 de agosto
  • Residência 2: 10 a 21 de agosto
  • Residência 3: 17 a 28 de agosto

Condições

  1. Apoio a 3 projetos selecionados pela direção do Forum Dança;
  2. Apoio à divulgação do projeto nos meios de comunicação do Forum Dança;
  3. Possibilidade de partilha pública, no formato de mostra informal, ensaio aberto, conversa ou similar, a confirmar e definir com a equipa do Forum Dança;
  4. Menção obrigatória “Apoio à Criação – Forum Dança” e inserção do logótipo em todo o material de promoção do projeto.

Datas

As candidaturas deverão ser submetidas até dia 25 de março de 2026.

Os resultados serão anunciados até dia 27 de março de 2026, por email.

Formulário

Atlas | Carlota Lagido | © Nuno Patinho

Carlota Lagido

04 de dezembro 2025, às 18h30
Forum Dança • Espaço da Penha • Lisboa

Entrada livre.

Carlota Lagido

Bailarina, coreografa, figurinista e artista visual. É desenhista de aves e outras naturezas. Estudou desenho na New York Academy of Arts. Tem uma pós-graduação em Design de Cena (figurinos) pela IPL -Escola Superior de Teatro e Cinema. Frequenta o Curso de Desenho da Natureza e Ilustração Científica, no MHN em Lisboa, com Pedro Salgado. Estudou dança clássica e moderna, na Escola Profissional do Ballet Gulbenkian e em Nova Iorque, no Peridance School.

Dançou com Meg Stuart, Francisco Camacho, Rui Horta e Joana Providência. O seu trabalho como coreógrafa tem características transdisciplinares, onde cruza o desenho e o vídeo com a prática performativa. Dos seus trabalhos destaca -notforgetnotforgive (1999-2025), Monster (2009), The importance of nothing (2012), Ro.Ger (2014) 50 Toneladas (2015), Jungle Red (2018), MINA (2020/2021), Mina, song of myself (2022), Silvestre (2022), Atlas (2024), projetos apoiados pela Dgartes e GDA. Faz a curadoria do ciclo de exposições de bailarinos e performers que desenham – Cérebro, olhos, mãos e papel nos Estudios Victor Cordon/Opart, em Lisboa.

É figurinista para dança, teatro e cinema desde 1988. Colaborou com Francisco Camacho, Tiago Cadete, Albano Jerónimo, Francisca Manuel, Clara Andermatt, Vera Mantero, Companhia da Chanca, Paulo Ribeiro, Nuno M Cardoso, Aldara Bizarro, Lúcia Sigalho, Rita Vilhena, Bruno Senune, Yael Karavan, Amélia Bentes, Francisca Manuel, Jo Castro, Maurícia Barreira Neves, Rui Catalão, Teresa Coutinho, Carlos Pessoa/Teatro da Garagem e Marco António Rodrigues/Teatrão, Teatro Mosca. Fez programação de atividades artísticas no espaço Eira em Lisboa, entre 2003 e 2011, desde formações, residências e apresentação públicas. Em 2022, fundou O Lugar do Meio- associação cultural e ambiental em Alfafar.

Luís Guerra

23 de outubro 2025, às 18h30
Biblioteca Camões • Lisboa

Entrada livre, mediante lotação do espaço.

Luís Guerra [Lisboa, 1985] estudou dança, coreografia, massagem de relaxamento, reiki e artes visuais, completando o curso avançado no ArCo onde recebeu a bolsa Vera Futscher. Bailarino, intérprete, pedagogo, pensador e coreógrafo, integrou diversas peças de Tânia Carvalho e tem desenvolvido colaborações com diversos artistas nomeadamente Vera Mantero, Sofia Dias & Vitor Roriz, Simon Vincenzi, Emio Greco|PC, Claudia Castellucci, Elisabete Francisca, Mariana Tengner Barros, David Marques, Meg Stuart entre outros. Foi bolseiro do programa DanceWeb e como coreógrafo e improvisador, apresentou obras em teatros convencionais sendo que nos últimos anos se tem dedicado essencialmente a trabalhos assentes na improvisação e na invocação de estados de transe apresentados geralmente em espaços menos convencionais nomeadamente galerias de arte, espaços exteriores, jardins, etc. Das obras mais recentes destaca-se a improvisação baseada na vida de Almada Negreiros e apresentada na escadaria da Fundação Gulbenkian, o solo de dança e de texto narrado no jardim da Casa da Cerca, as improvisações no Festival Silvestre e a performance duracional com participação do público no MAAT. Leciona movimento na Escola Profissional de Teatro de Cascais e facilita workshops variados. Atualmente reside em Bruxelas, levando a cabo formações diversas essencialmente na área da improvisação em contexto de artes performativas.

Meg Stuart/Damaged Goods | Let’s Not Get Used To This Place

Livro Meg Stuart / Damaged Goods

Let’s Not Get Used To This Place

 

Meg Stuart / Damaged Goods 2008-2023

Let’s Not Get Used To This Place é uma publicação dedicada ao trabalho da coreógrafa Meg Stuart e da companhia Damaged Goods, assinalando mais de uma década de criação coreográfica.

Editado por Julie De Meester, Astrid Kaminski e Jeroen Versteele, “Let’s Not Get Used To This Place” reúne um extenso acervo de materiais – reflexões, entrevistas, partituras, notas de processo, ensaios, poesia, fotografias e textos performativos – que abrangem a obra de Stuart entre 2008 e 2023.

 

Como gesto memorativo do PACAP 8, Programa dirigido por Meg Stuart em 2025, o Forum Dança disponibiliza alguns exemplares para venda

[limitado ao stock existente]

Informações

Sobre o livro

Let’s Not Get Used To This Place // Meg Stuart/Damaged Goods
Desde o início dos anos 90, Meg Stuart, nascida em 1965 em Nova Orleães, EUA, e a sua companhia de dança Damaged Goods, sediada em Bruxelas, têm produzido um notável e audacioso corpo de trabalho coreográfico. Há dez anos, a Damaged Goods publicou Are we here yet? (ed. Jeroen Peeters), que abrange os primeiros 20 anos da carreira de Meg Stuart.

Em Let’s Not Get Used to This Place, a coreógrafa mergulha em mais de uma década de trabalhos através de reflexões, entrevistas, partituras e exercícios, e notas sobre a prática de criar, atuar, ensinar e viver a dança. Estes são misturados com relatórios, ensaios e poesia de colaboradores próximos e estranhos íntimos, fotografias, textos de espectáculos e material de arquivo. O título do livro, retirado de um dos trabalhos de vídeo recentes de Stuart, liga estas fontes multifacetadas num desejo de descartar estratégias experimentadas e testadas, explorar novos contextos e transgredir o limite do que (não) sabemos.

 

Esta publicação coincide também com o trigésimo aniversário de Damaged Goods: uma forma perfeita de celebrar este notável legado.

Excerto

“Há anos que chamo a palavra “mudança” aos bailarinos, para que passem de um estado improvisado para outro sem apego ou preparação. Quanto mais proponho esta tarefa, mais descubro que o que fica é mais significativo do que a própria mudança. A mudança reforça não só a qualidade do abandono, mas também o empenho da atenção que damos ao estado ou à ideia física que abandonamos. As mudanças abruptas marcam onde estamos, o que temos de deixar, e o que é preciso para deixar ir e voltar a abrir.

 

Num outro exercício, seguramos uma pessoa com força e mantemos o traço desse contacto físico depois de a largarmos; depois movemo-nos com o traço e a forma dessa pessoa. Também se pode fazer isto com objectos. Cada experiência vivida deixa uma marca. Ao traçarmos a forma dessa marca, levamos a experiência connosco para o lugar seguinte. Acredito que o tempo não é um fluxo único. É sempre possível voltar atrás e reenquadrar. Os acontecimentos passados não são fixos; são um processo que ainda se está a desenrolar. Podemos escrever cartas a pessoas que já morreram, por exemplo. Isso muda a nossa relação com elas. Eu fiz isso.”

 

Meg Stuart

+ Info

Editado por: Astrid Kaminski, Jeroen Versteele, Julie De Meester

Design gráfico: Sean Yendrys com Björn Giesecke

Contribuições: Jean-Marc Adolphe, Márcio Kerber Canabarro, Tim Etchells, Thomas F. DeFrantz, Philipp Gehmacher, Ezra Green, Astrid Kaminski, André Lepecki e Eleonora Fabiano, Jeroen Peeters, Gerald Siegmund, Claire Vivianne Sobottke, Maria F. Scaroni, Meg Stuart, Jeroen Versteele, Jozef Wouters e muitos outros.

 

Distribuído por: les presses du réel
Idioma: Inglês 528p., 16,5 x 23,5 cm
ISBN: 9782960320718

 

Preço:
45€ preço normal
38€ desconto ex-alunas/os de cursos de longa duração Forum Dança

 

Mais informações e pré-encomendas: forumdança@forumdança.pt

Biografias

Meg Stuart

Forum Dança | PACAP 8 - Meg Stuart
Meg Stuart © Camille Blake

Coreógrafa, realizadora e bailarina, vive e trabalha em Berlim e Bruxelas. Com a sua companhia, Damaged Goods, fundada em 1994, criou mais de trinta produções, que vão desde solos e duetos a peças de grupo, trabalhos de vídeo, criações site-specific e projetos de improvisação.

 

O seu trabalho move-se livremente entre os géneros da dança, do teatro e das artes visuais, impulsionado por um diálogo contínuo com artistas de diferentes disciplinas.

 

Através de ficções e camadas narrativas em constante mudança, Meg Stuart explora a dança como uma fonte de cura e uma forma de transformar o tecido social.

 

A improvisação é uma parte importante da sua prática, como estratégia para se mover a partir de estados físicos e emocionais ou da memória dos mesmos.

 

Tem recebido diversos prémios pelo seu trabalho, nomeadamente o Leão de Ouro de Carreira na Biennale di Venezia em 2018 e foi agraciada com a Guggenheim Fellowship em 2023.

 

Mais informação: www.damagedgoods.be

Créditos da imagem de topo © Capa do Livro: foto de Eva Würdinger, design de Sean Yendrys

Actividades PACAP 8

Palestras PACAP 8 / Mystery School

Performers a saltar

Arquivos para Feitiços Futuros

PACAP 8 / Mystery School of Coreography

Culturgest

17 a 19 julho 2025 | 19h

MYS
Mystery School of Choreography
Escola mistério de coreografia
L’école chorégraphique du mystère
Escola Misteriosa de Coreografia
Tajymnŏ szkōła choreografije
Schule der Mysterien in der Choreografie
Μυστηριώδες σχολείο χορογραφίας
Tajemnicza Szkoła Choreografii
Escuela Mística de Coreografía
مدرسه رمز و راز طراحی رقص
Mysterium Skola för Koreografi
Escuela Coreográfica del Misterio
コレオグラフィーのミステリースクール

Como gesto de encerramento de um programa de seis meses de experimentação e co-criação, o PACAP 8 | Mystery School of Choreography (MYS) derrama e instala os seus estudos na Culturgest. Em residência, a MYS irá refletir e mover, criar um abrigo para digerir em conjunto, e partilhar uma fonte efervescente de encantamentos ao longo de três noites expandidas no tempo e espaço. Meg Stuart, Ana Rocha, Márcio Canabarro, Santiago Tricot, Mieko Suzuki, Xullaji, e artistas PACAP 8 | MYS, Ana Szopa, António Bollaño, Arash Khakpour, Emily da Silva, Guillermo Tarasewicz, Isabela Rossi, iSSiE – iSaAc, Julia Kosałka, Kaya Freeman, María Ibarretxe, Martha Kotsia, Michiru Shin, Natacha Campos, Raul Aranha, Salomé Pham-Van-Hué, Sepideh Khodarahmi, Śomi Śniegocka, Therese Bendjus e Tiago Vieira, proporcionam o cruzamento do seu arquivo real e ficcional como oferenda de intenção vivaz para os nossos futuros comuns.

Como podemos instigar e elevar sentido de comunidade através de um legado de múltiplas dimensões? Poderá o misticismo ser uma fresta no real, para que possamos entrar num arquivo daquilo que nos podemos transformar? E se o misticismo incorporado for um ato político radical? Qual é a revolução do nosso sistema nervoso? Ao não olharmos para a dança como um espetáculo, mas como um feitiço ou ato de pura magia, podemos reorganizar o nosso campo relacional atravessando as múltiplas realidades que se alteram rapidamente à nossa volta? Incorporando o arquivo partilhado desde o futuro para o presente, os visitantes entrarão numa viagem coletiva de encontros oraculares, visões e sonhos. MYS convida-vos a mergulhar na sua arquitetura interior. MYS explora a memória como um receptáculo contextual. Aqui, não és espectador. És um fragmento do divino em sublevação, por isso procede em conformidade. Porque arquivar o futuro é uma forma de esperança.

Direção artística e conceito MYS : Meg Stuart
Colaboração artística PACAP 8 | MYS : Ana Rocha

Colaboração artística Archives for Future Spells: Márcio K. Canabarro e Santiago Rodriguez Tricot

Som ao vivo: Mieko Suzuki e Xullaji

Direcção técnica: Santiago Rodriguez Tricot

Agradecimento especial: Aline Belfortm, Pedro Azevedo


Duração
4h | é permitida a entrada e saída de público livremente

 

Participantes PACAP 8: Ana Szopa (PL), António Bollaño (PT), Arash Khakpour (IR), Emily da Silva (BR), Guillermo Tarasewicz (UY), Isabela Rossi (BR/IT), iSaAc iSaBeL Espinoza Hidrobo (EC), Julia Kosałka (PL), Kaya Freeman (PT), María Ibarretxe (ES), Martha Kotsia (GR), Michiru Shin (JP), Natacha Campos (PT), Raul Aranha (IN), Salomé Pham-Van-Hué (FR), Sepideh Khodarahmi (SE/IR), Śomi Śniegocka (PL), Therese Bendjus (DE) e Tiago Vieira (PT).

  

Produção: Forum Dança Coprodução PACAP 8: Teatro do Bairro Alto, Culturgest, Anda & Fala | Walk e Talk, Goethe-Institut Portugal, no âmbito do festival Kulturfest Coprodução em Residência: O Espaço do Tempo PACAP 8 Apoios: Alkantara, Casa da Dança – Almada, Fundação GDA, Kees Eijrond Foundation, OPART, E.P.E/Estúdios Victor Córdon, O Rumo do Fumo, Piscina

Local

Cultugest

R. Arco do Cego 50, 1000-300 Lisboa

Mais informações aqui

Actividades PACAP 8

Palestras PACAP 8 / Mystery School

Apoios e Parcerias

Coprodução PACAP 8: Culturgest | Teatro do Bairro Alto | Anda & Fala | Walk e Talk | Goethe-Institut Portugal, no âmbito do festival Kulturfest.

Coprodução em Residência PACAP 8: O Espaço do Tempo

Apoios PACAP 8: Alkantara | Casa da Dança – Almada | Fundação GDA | Kees Eijrond Foundation | OPART, E.P.E/Estúdios Victor Córdon | O Rumo do Fumo | Piscina

Forum Dança | Parcerias e Apoios PACAP 8

Créditos da imagem de topo © Vitorino Coragem

© António Poppe

António Poppe

18 de junho 2025, das 18h00 às 20h00

o mistério da invenção durante o ato criativo  
GEMEAMENTE: fundir a palavra em muitas vozes. Passá-la por um anel de invenções

A invenção, ao percorrer a memória, gera a presença que conduz quaisquer magnetismos para as extremidades desta voz: GEMEAMENTE

 

A palestra será conduzida em inglês.

António Poppe

António Poppe © António Poppe
António Poppe © António Poppe

Poeta, artista visual, performer, vive e trabalha em Lisboa. Concluiu o curso avançado de artes visuais do Ar.Co, em Lisboa, e estudou desenho e escultura no Royal College of Arts, Londres. Fez o mestrado em Arte Performativa e Cinema pela School of the Art Institute of Chicago, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento.

Autor de um trabalho híbrido entre as artes visuais, a performance e a poesia, que tem apresentado desde 1996, em várias instituições culturais e galerias como, o Museu de Serralves, MAAT, Culturgest, Gulbenkian, Fundação Carmona e Costa, Museu Soares dos Reis, Galeria ZDB, Galeria 111, Casa Fernando Pessoa, GIAJG, entre outros. Publicou cinco livros : Torre de Juan Abad (Assírio e Alvim), Livro da Luz (Documenta), Medicin (Douda Correria), Come Coral (Douda Correria), O Agitador e a Corrente (escrito com Mumtazz e publicado na Mariposa Azual).

Informação geral

Data

18 de junho de 2025, das 18h00 às 20h00

 

Local
Forum Dança – Espaço da Penha
Travessa do Calado, 26B, 1170-070 Lisboa

 

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.

Foto de topo © António Poppe

Palestras PACAP 8 / Mystery School

Apoios e Parcerias

Coprodução PACAP 8: Culturgest | Teatro do Bairro Alto | Anda & Fala | Walk e Talk | Goethe-Institut Portugal, no âmbito do festival Kulturfest.

Coprodução em Residência PACAP 8: O Espaço do Tempo

Apoios PACAP 8: Alkantara | Casa da Dança – Almada | Fundação GDA | Kees Eijrond Foundation | OPART, E.P.E/Estúdios Victor Córdon | O Rumo do Fumo | Piscina

Forum Dança | Parcerias e Apoios PACAP 8
Maria F. Scaroni

Maria F. Scaroni

11 de junho 2025, das 18h00 às 20h00

 

A palestra será conduzida em inglês.

Maria F. Scaroni

Maria F. Scaroni | © YA
Maria F. Scaroni | © YA

Maria F. Scaroni (IT/DE) tem sido parte da cena berlinense desde 2004, interpretando e coreografando obras e criando uma comunidade através do ensino de workshops e da organização de eventos. Trabalhou com Meg Stuart, Tino Sehgal, Jeremy Wade, Wilhelm Groener, Manuel Pelmus e vários outros. Entre 2004 e 2014, em São Francisco, conheceu, treinou e colaborou com artistas como Sara Shelton Mann, Stephanie Maher, Keith Hennessy, Jess Curtis, entre outros. Estes encontros moldaram profundamente a sua prática física e performativa, onde a dança se entrelaça com a cura, as metodologias queer, a justiça social e o jogo radical. Os seus workshops e eventos com curadoria ultrapassam o campo da dança e incluem bailarinos, queers, criadores de teatro, artistas visuais, académicos, assistentes sociais, ravers, activistas.

https://www.allalways.org/

Informação geral

Data

11 de junho de 2025, das 18h00 às 20h00

 

Local
Forum Dança – Espaço da Penha
Travessa do Calado, 26B, 1170-070 Lisboa

 

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.

Foto de topo © YA

Palestras PACAP 8 / Mystery School

Apoios e Parcerias

Coprodução PACAP 8: Culturgest | Teatro do Bairro Alto | Anda & Fala | Walk e Talk | Goethe-Institut Portugal, no âmbito do festival Kulturfest.

Coprodução em Residência PACAP 8: O Espaço do Tempo

Apoios PACAP 8: Alkantara | Casa da Dança – Almada | Fundação GDA | Kees Eijrond Foundation | OPART, E.P.E/Estúdios Victor Córdon | O Rumo do Fumo | Piscina

Forum Dança | Parcerias e Apoios PACAP 8

Victor Hugo Pontes

6 junho 2025, às 18h30
Biblioteca Palácio Galveias • Lisboa

Entrada livre, mediante lotação do espaço.

Victor Hugo Pontes, professor, encenador, cenógrafo e mais reconhecido como coreógrafo, nasceu em 1978 em Guimarães e vive no Porto. O seu trabalho reflete a sua formação multidisciplinar em artes plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e em teatro pelo Balleteatro Escola Profissional, complementada por uma posterior formação em dança, no curso de Pesquisa e Criação Coreográfica do Fórum Dança. O seu trabalho tem sido amplamente apresentado em território nacional, passando por teatros como o Teatro Nacional São João, Teatro Municipal do Porto – Rivoli, Centro Cultural de Belém, e internacionalmente em países como Alemanha, Bélgica, Brasil, Espanha, França, Itália, Países Baixos e Rússia.

Foi nomeado para os Prémios SPA na categoria de Dança – Melhor Coreografia, com os espetáculos A Ballet Story e Os Três Irmãos e, em 2019, venceu nessa categoria com o espetáculo Margem. Integrou o programa DanceWeb 2017 do Festival ImPulsTanz em Viena, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian. É desde 2009 diretor artístico da Nome Próprio, que fundou em 2000.

Núcleo 2025 | Programa de Residências

Núcleo 2025

O Núcleo surge como um projeto que cumpre um dos objetivos do Forum Dança: acolher residências artísticas e apresentações informais decorrentes, sob o cuidado de uma linha programática específica.

Tem um impulso auto-reflexivo da história do Forum Dança, referenciando-se com o Núcleo de Apoio Coreográfico (NAC) que na década de 1990 foi uma importante plataforma de apoio à criação e internacionalização da dança portuguesa.

Trata-se de um lugar de experimentação, no qual se cuida do ofício de criar, mostrar, refletir, criar circularidade com a comunidade artística e na sua vertente pública na criação e mediação de públicos.

Residências Artísticas 2025

 

Candidaturas fecharam a 31 julho 2025.

Sendo um dos objetivos do Forum Dança o apoio a residências, de acordo com linhas programáticas enquadradas pela sua direção artística, o Programa de Residências surge para que se crie um espaço que possibilita um período de experimentação e de investigação pela ação, articulando a criação com a transmissão à comunidade artística.

A presente edição do Programa apoiará dois projetos na área da dança contemporânea ou performance que se encontrem em fase inicial de conceção e desenvolvimento. 

O Programa oferece espaço de ensaio, acompanhamento artístico por parte do artista-investigador associado do Forum Dança – João Fiadeiro – e uma bolsa de apoio no valor de 750 € (setecentos e cinquenta euros).

Períodos

  • Residência 1: 17 a 28 de novembro
  • Residência 2: 

Condições

  1. Apoio a 2 projetos selecionados pela direção do Forum Dança;
  2. Bolsa no valor de 750 € (setecentos e cinquenta euros) por residência, mediante envio de recibo-verde ou equivalente (no caso de artistas não residentes em Portugal*);
  3. Apoio à divulgação do projeto nos meios de comunicação do Forum Dança;
  4. Partilha pública final, no espaço da residência, no formato de mostra informal, conversa ou similar, com mediação de João Fiadeiro;
  5. Menção obrigatória “Apoio à Criação – Forum Dança” e inserção do logótipo em todo o material de promoção do projeto;
  6. Disponibilização do registo da apresentação do projeto apoiado, quando aplicável, para arquivo no Centro de Documentação do Forum Dança;
  7. A organização das viagens, alojamento, alimentação e assistência médica durante o período das residências é da inteira responsabilidade de quem participa.

 

*Artistas não residentes em Portugal, deverão apresentar obrigatoriamente certificado de residência fiscal emitido pelas autoridades do país de residência.

Acompanhamento

Estas residências artísticas terão o acompanhamento de João Fiadeiro.

Forum Dança | PACAP 5 - João Fiadeiro
João Fiadeiro © Ana Viotti

João Fiadeiro

Nascido em 1965, João Fiadeiro pertence à geração de coreógrafos que surgiu no final da década de 1980 e que deu origem à Nova Dança Portuguesa.

O seu percurso, quer enquanto coreógrafo ou performer, como enquanto investigador ou curador, centrou-se na criação de condições para a experimentação, a prática laboratorial e o cruzamento interdisciplinar. Esta actividade foi realizada tanto no quadro da direcção de projectos de programação e investigação artística, que passaram pelo Centro Cultural da Malaposta (1990-95), pelo Espaço Ginjal (1995-1998), pelo Lugar Comum (1999-2000), pelo Espaço A Capital (2000-2002) e pelo Atelier Real (2004-2019), como no quadro da sua prática artística, através das criações e dos ateliers de investigação organizados em torno da Composição em Tempo Real.

Em todas estas diferentes plataformas de encontro, João Fiadeiro foi sempre acompanhado por artistas que participaram activamente enquanto criadores, performers, investigadores e programadores, contribuindo de maneira decisiva para a existência deste projecto durante 30 anos de actividade ininterrupta.

Processo

As candidaturas deverão ser submetidas até dia 31 de julho (às 23h59) de 2025.

 

– Preenchimento do formulário abaixo e ficha de projeto – preenchida e em formato pdf (até 2 MB):

 

Ficha de Projeto | Candidaturas Núcleo

Formulário

Resultados

Os resultados serão anunciados em Agosto 2025, por email.

Keith Hennessy

4 de junho 2025, das 18h00 às 20h00

Dancing as Political Healing

(A Dança como cura política)

 

Hennessy partilhará ideias e histórias que giram em torno do potencial da dança experimental e das práticas de improvisação para contribuir para a cura política.  Se o dano ou trauma é político (estrutural, legal, normativo), deverá a cura ser inteiramente pessoal? O anarquista judeu Gustav Landauer (1870-1919) encontra-se com a feminista lésbica negra Audre Lorde (1934-1992) numa clínica de Fake Healing no Forum Dança em 2025. O que está a acontecer? O que é possível?

 

Organização: Forum Dança e Associação Parasita

 

A palestra será conduzida em inglês.

Keith Hennessy

Biopic-KeithHennessy

Keith Hennessy é um brincalhão, imperfeccionista e bruxo que trabalha nos campos da dança, da performance, do ativismo, da habitação acessível e da sexualidade queer. Aprendendo sempre através da improvisação e da colaboração, o trabalho de Hennessy é interdisciplinar e experimental. Nascido no Canadá, radicado em São Francisco (Yelamu) há mais de 40 anos, Hennessy faz digressões internacionais. As suas colaborações incluem Ishmael Houston-Jones, Sarah Crowell, Snowflake Towers, Jassem Hindi, Meg Stuart e Peaches. www.circozero.org

 

www.circozero.org

Informação geral

Data

25 de junho de 2025, das 18h00 às 20h00

 

Local
Forum Dança – Espaço da Penha
Travessa do Calado, 26B, 1170-070 Lisboa

 

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.

Foto de topo © Pat Mic

Palestras PACAP 8 / Mystery School

Apoios e Parcerias

Coprodução PACAP 8: Culturgest | Teatro do Bairro Alto | Anda & Fala | Walk e Talk | Goethe-Institut Portugal, no âmbito do festival Kulturfest.

Coprodução em Residência PACAP 8: O Espaço do Tempo

Apoios PACAP 8: Alkantara | Casa da Dança – Almada | Fundação GDA | Kees Eijrond Foundation | OPART, E.P.E/Estúdios Victor Córdon | O Rumo do Fumo | Piscina

Forum Dança | Parcerias e Apoios PACAP 8

Participantes PACAP 8

Biografias

Selecione cada uma das secções abaixo para conhecer as pessoas que participam no PACAP 8.

Ana Szopa (PL)

Ana (An): Eles/Deles/Ela/Dela – Nasceu em 2000 na Silésia. “Dance hostess”, performer, coreógrafa, curandeira Reiki II, feiticeira do sistema. Explora as possibilidades de aprendizagem para si próprio e para os outros através da dança e procura métodos de anonimização. Anónima, que significa coletivo, rejeita a autoria e a propriedade do conteúdo falado e incorporado. Ao construir personas queer em performance, entra em diálogo com elas e aprende com elas, permitindo frequentemente que as práticas artísticas entrem em entropia e explorem os limites do controlo (levantando questões sobre segurança e consentimento).

António Bollaño (PT)

ANTONIO - Cópia

António Bollaño nasceu em 1998. Estudou na Escola Profissional de Teatro de Cascais e na escola de dança e teatro FOR Dance Theatre. Concluiu a licenciatura em representação na Escola Superior de Teatro e Cinema. Como ator e bailarino trabalhou com Bestiário, Olga Roriz, Nuno Carinhas, Pedro Ramos, Sara Carinhas, Carlos Avilez entre outros.

Arash Khakpour (IR)

ARASH

Arash Khakpour (آرش خاکپور) é um bailarino e coreógrafo de Teerão e tem o privilégio de ser um artista de dança baseado no Coast Salish Territory (Vancouver, Canadá). Arash tem praticado dança e performance nos últimos 15 anos e é membro da companhia EDAM Contact Improvisation ensemble desde 2017. Tende a investir nas nuances dos preconceitos do corpo como forma de convidar o inconsciente para o consciente e como porta de entrada para confrontar emoções desconhecidas. Vê a dança como um processo de descoberta física, emocional e espiritual e um modo de transformação.

Emily da Silva (BR)

EMILY

Emily da Silva é bailarina e performer brasileira, residente em Lisboa. Como artista freelancer, colabora com diferentes artistas e projetos. É interessada na ideia de circularidade — entre tornados, redemoinhos, buracos negros, o cambalear e o gingar — explorando movimentos que desestabilizam, giram, reinventam o corpo e transfromam o espaço.

Guillermo Tarasewicz (UY)

GUILLERMO

Guillermo Tarasewicz: Hartista, cénico/ao vivo. Interessa-se pelos temas da cultura popular e da cultura de massas. Os seus trabalhos são tecidos entre a dança, o teatro contemporâneo e os estudos de performance. Estudou dança, antropologia social e educação física. Com base nesse conhecimento, criou mais de 15 peças e desenvolveu algumas práticas como: ‘Danza tropical uruguaya’ e ‘Corporalidad Expandida’

Isabela Rossi (BR/IT)

ISABELA

Isabela Rossi (BR) transita entre a dança, a performance e a criação. Formada em dança contemporânea no RCPD Mariemma (Madri, 2016), atuou como intérprete com diversas coreógrafas na Espanha. Em 2020, recebeu o Prêmio AISGE de Bailarina Destacada pela peça LINGUA, de Natalia Fernandes. Como criadora, investiga a relação entre corpo errante, espaço e temporalidade. Desde 2021, colabora com Miguel Glez. em obras como Proceso de acomodación, premiada no 34º CCM 

iSaAc iSaBeL Espinoza Hidrobo (EC)

ISSIE

iSaAc iSaBeL Espinoza Hidrobo é uma coreógrafa, artista-ativista trans e violinista equatoriana radicada na Europa. O seu trabalho envolve o anti-colonialismo e o ritualismo trans-feministas, explorando constelações transdisciplinares de composição participativa. Como mestiça de ascendência espanhola/Kichwa/Cañari, iSSiE promove atualmente “SHELTER”, um projeto transatlântico de investigação sócio-artística em colaboração com comunidades indígenas Kichwa dos Andes, cultivando o movimento pela justiça sócio-ecológica.

Julia Kosałka (PL)

JULIA

Julia Kosałka é uma artista de dança nascida em Cracóvia, na Polónia. Estudou dança contemporânea na Áustria e na Bélgica, tendo-se licenciado no Conservatório de Antuérpia. Trabalhou na Alemanha com Iván Pérez no Dance Theatre Heidelberg e com Alina Belyagina. Colaborou também com coreógrafos como Benjamin Abel Meirhaeghe, Claire Croizé, Inãki Azpillaga, Renan Martins, Ben Fury e Agostina D’Alessandro. As suas práticas estão enraizadas na improvisação e na composição em tempo real.

Kaya Freeman (PT)

KAYA

Kaya: Nasci em Bruxelas, filha de mãe portuguesa e pai americano, há 25 anos. Os meus pais são artistas performativos e têm-me transmitido o seu interesse e paixão pela arte em muitas das suas formas desde que nasci. Comecei a tocar piano clássico por volta dos 6 anos e depois descobri o fado e o clarinete que desconstruíram a minha visão muito formal da música. A minha prática tornou-se então mais experimental à medida que tocava com diferentes bandas que giravam em torno da música eletrónica contemporânea e ambiente, bem como um interesse pelo jazz.

María Ibarretxe (ES)

MARIA

María Ibarretxe del Val. Artista visual e performativa. O corpo, a voz e a participação são centrais no seu trabalho. Faz parte do coletivo Sra. Polaroiska com Alaitz Arenzana. A colaboração impulsiona a sua prática, trabalhando frequentemente com outros artistas e em contextos socioculturais diversos, como o Japão, a Coreia do Sul, o México ou o Curdistão, onde se alimenta, aprende e se questiona constantemente.

Martha Kotsia (GR)

MARTHA

Martha Kotsia (1996) é uma artista multidisciplinar e ativista sediada em Atenas, Grécia, nascida como migrante em Malmö, Suécia. Reflectindo sobre uma sociedade “pós”-colonial e os seus traumas de infância, a sua arte varia entre coreografia, arte performativa, vídeo, design de luz e poesia. Depois de se mudar para Bruxelas para praticar dança contemporânea no início da sua vida adulta, regressou a Atenas para estudar arquitetura (Universidade Técnica Nacional de Atenas) e, mais tarde, para frequentar a Academia de Coreografia U(r)topias (Elefsina, Grécia).

Michiru Shin (JP)

SOMI

Michiru Shin (she/they) é uma artista de dança de Tóquio. Tem uma licenciatura em Comunicação Visual pela Universidade de Brighton, Reino Unido. Como performer, colaborou com Bosmat Nossan, Lilach Pnina Livne e Yasmeen Godder, entre outros. O seu projeto pessoal, “Abstracted Bodies”, incorpora movimentos de dança, tatuagens pintadas à mão dos seus desenhos abstratos e o tratamento do método Ilan Lev envolvendo voz e toque. O projeto oferece ferramentas para desconstruir as nossas imagens, género e papéis sociais e políticos, sugerindo o caminho para nos tornarmos entidades abstratas.

Natacha Campos (PT)

NATACHA

Natacha Campos, filha de pais angolanos nascida no final dos anos 90, tem habitado as linguagens da dança, teatro e performance. A sua pesquisa foca no confronto entre o visível e o invisível, o íntimo e o público, numa tentativa de encontrar os denominadores comuns no aparentemente antagónico.

Raul Aranha (IN)

RAUL

Raul Aranha: Nasci e cresci na Índia e mudei-me para a Europa em 2018. Gosto de muitas coisas, desde dança a cozinha, passando por ciências e filosofia.

Salomé Pham-Van-Hué (FR)

SALOME

Salomé Pham-Van-Hué. É sobre viver neste mundo, da forma mais viva possível. Através da experimentação, estou a encontrar um caminho. O campo da dança representa para mim um espaço de exploração sonhado; e assim deve permanecer. Encontrei-o apenas há alguns anos, depois de ter vagueado por diferentes campos. Desde então, tive a oportunidade de aprender e de me transformar perto de grandes pessoas, como estudante, como intérprete em vários projectos, mas também com amigos que inventam formas de viver e de se movimentar na vida quotidiana.

Sepideh Khodarahmi (SE/IR)

SEPIDEH

Sepideh Khodarahmi é uma artista que trabalha em dança e teatro cujo trabalho explora as tensões entre prazer e repulsa, construção e destruição. Combinando movimentos baseados no ritmo, dança de discoteca e drag hiper-género, Sepideh Khodarahmi cria performances viscerais e que ultrapassam os limites, explorando a auto-objectificação, a dinâmica do poder e o absurdo.

Tem uma licenciatura em representação pela Universidade de Gotemburgo e estudou no Departamento de Matemática da Universidade de Estocolmo, no Broadway Dance Center e em Mímica na Academia de Teatro e Dança de Amesterdão.

Śomi Śniegocka (PL)

somiiiiii

Śomi é uma artista, poeta sonora e bruxa. Inspirada pelos surrealistas e fascinada pela psicogeografia, traduz sonhos em linguagem wa(l)king. Liga-se a espíritos e criaturas não-humanas através de visões e de várias práticas de incorporação.
A sua pesquisa manifesta-se nos sons murmurantes do subconsciente e na expansão da perceção auditiva através de práticas de Deep Listening, Logomotion e Dreamwork.

Estudou Estudos de Performance na Universidade Jagiellonian e Intermedia na Academia de Belas Artes de Cracóvia, preparando o seu diploma no estúdio Audiosphere. Apresentou a sua performance Roe Deer Woman, entre outras, no Movement Research, em Nova Iorque, e em numerosos locais subterrâneos no México, onde viveu durante algum tempo. Atualmente, ensina no Instituto de Arte e Design UKEN, em Cracóvia.

Admiradora devotada de planetas, gatos e sincronicidades.

www.somisni.pl

Therese Bendjus (DE)

Therese

Therese Bendjus é uma criadora de espectáculos e bailarina originária de Dresden, Alemanha. Depois de ter trocado os seus estudos de medicina por uma educação em dança, licenciou-se em Dança, Contexto, Coreografia na HZT Berlim e foi bolseira da Studienstiftung des deutschen Volkes. Nos seus trabalhos, desafia o mensurável/diagnosticável para aceder a espaços de incerteza e indefinição – construindo espaços multi-sensoriais, que encorajam as pessoas a serem vulneráveis, íntimas e corajosas umas com as outras e consigo próprias.

Como performer, trabalhou também com coreógrafos e diretores de teatro como Kirill Savchenkov, Magdalena Weniger, Asya Ashman, Constanza Macras e Rolando Villazón.

Tiago Vieira (PT)

TIAGO - Cópia

Tiago Vieira: Formado pela Escola Superior de Teatro e Cinema, complementou a sua formação em vários workshops de teatro, dança e performance, nomeadamente Teatro Praga, Olga Mesa, Vera Mantero, Susana Vidal, Miguel Moreira, Meg Stuart, Marlene Freitas, Joana Craveiro, Amália Bentes, Vitor Roriz e Sofia Dias, Francisco Camacho. Já trabalhou com Mónica Calle, Miguel Moreira, Vera Mantero, Carlota Lagido, Ana Borralho e João Galante, Ana Ribeiro, Rui Catalão, Miguel Bonneville, Ricci/forte, BLITZ THEATREGROUP (Grécia), Vânia Rovisco, Mónica Garnel, Catarina Vieira, Teatro Praga.

Actividades PACAP 8

Palestras PACAP 8 / Mystery School

Apoios e Parcerias

Coprodução PACAP 8: Culturgest | Teatro do Bairro Alto | Anda & Fala | Walk e Talk | Goethe-Institut Portugal, no âmbito do festival Kulturfest.

Coprodução em Residência PACAP 8: O Espaço do Tempo

Apoios PACAP 8: Alkantara | Casa da Dança – Almada | Fundação GDA | Kees Eijrond Foundation | OPART, E.P.E/Estúdios Victor Córdon | O Rumo do Fumo | Piscina

Forum Dança | Parcerias e Apoios PACAP 8
Forum Dança - Meg Stuart | PACAP 8/MyS no TBA

Astral on the Dancefloor

Pacap 8 / Mystery School of Choreography

Teatro do Bairro Alto

24 e 25 maio 2025 | sáb e dom

MYS
Mystery School of Choreography
Escola mistério de coreografia
L’école chorégraphique du mystère
Escola Misteriosa de Coreografia
Tajymnŏ szkōła choreografije
Schule der Mysterien in der Choreografie
Μυστηριώδες σχολείο χορογραφίας
Tajemnicza Szkoła Choreografii
Escuela Mística de Coreografía
مدرسه رمز و راز طراحی رقص
Mysterium Skola för Koreografi
Escuela Coreográfica del Misterio
コレオグラフィーのミステリースクール

Como integrar, com paixão, saberes ancestrais nestes tempos desconfortáveis?

No Teatro do Bairro Alto, uma comunidade de artistas e sonhadores partilha uma experiência multidimensional do seu percurso, numa noite cristalina de MYS e convidados.

A performance revela-se e transforma-se através de cerimónias de desejo e convites à reconexão.

A criança mágica encontra a rainha de copas, canções interespécies são guiadas para outros mundos possíveis, enquanto a lua cheia uiva entre ruínas do ontem e do amanhã.

Entre o visível e o invisível, por meio de ativações materiais e quânticas, colocamos a intenção de criar um espaço onde os corpos se cruzam com a imaginação e a realidade.

O amor é um mistério, e toda a prática é um ritual.

“Astral on the Dancefloor”, um encontro de linhas subtis entre sentimentos quânticos e espaços quânticos.

Direção artística e conceito MYS Meg Stuart
Colaboração artística Ana Rocha
Participantes Ana Szopa, António Bollaño, Arash Khakpour, Emily da Silva, Guillermo Tarasewicz, Isabela Rossi, iSaAc iSaBeL Espinoza Hidrobo, Julia Kosałka, Kaya Freeman, María Ibarretxe, Martha Kotsia, Michiru Shin, Natacha Campos, Raul Aranha, Salomé Pham-Van-Hué, Sepideh Khodarahmi, Śomi Śniegocka, Therese Bendjus, Tiago Vieira
Som ao vivo Pedro Melo Alves & Jari
Luzes & Direção técnica Santiago Rodríguez Tricot
Produção Forum Dança
Coprodução Teatro do Bairro Alto, Goethe-Institut Portugal, no âmbito do KULTURfest

Local

TBA – Teatro do Bairro Alto
Rua Tenente Raul Cascais 1A | 1250-268 Lisboa

 

Mais informações aqui

Bilheteira TBA online aqui

Actividades PACAP 8

Palestras PACAP 8 / Mystery School

Apoios e Parcerias

Coprodução PACAP 8: Culturgest | Teatro do Bairro Alto | Anda & Fala | Walk e Talk | Goethe-Institut Portugal, no âmbito do festival Kulturfest.

Coprodução em Residência PACAP 8: O Espaço do Tempo

Apoios PACAP 8: Alkantara | Casa da Dança – Almada | Fundação GDA | Kees Eijrond Foundation | OPART, E.P.E/Estúdios Victor Córdon | O Rumo do Fumo | Piscina

Forum Dança | Parcerias e Apoios PACAP 8

Créditos da imagem de topo © Aline Belfort

Forum Dança - Marcelo Evelin | PACAP 9

PACAP 9
2026

Candidaturas encerradas.

Programa Avançado de Criação em Artes Performativas

Curadoria de Marcelo Evelin

De 2 de fevereiro a 30 de julho de 2026

 

Apresentação

PACAP 9 / Andorinha só não faz verão

Curadoria Marcelo Evelin
Colaboração Artística Bruno Moreno

“Um programa de experimentação e formação indisciplinar, focado em instâncias de criação em grupo e condições de performatividade colaborativa.

 

Vamos investir em processos coletivos em detrimento de projetos individuais, acreditando ser possível trazer para a experimentação grupal as singularidades dos artistas e seus interesses artísticos pessoais. Estamos interessados em negociação com o outro como procedimento conceitual e processual, apostando em uma autonomia compartilhada como exercício de alteridade, para pensar ajuntamento e partilha como ato e dispositivo performático.

 

Propomos durante o período de fevereiro a julho de 2026 uma série de intervenções em forma de residências de criação, com artistas implicados em práticas coletivas e que exercitem um pensamento de comum como situação coreográfica: o jogo, o rito, a roda, a festa. Essas práticas vão ser reelaboradas em conjunto, renegociadas em grupo e eventualmente performadas em diferentes momentos de execução do programa.

 

O programa aborda três eixos de experimentação sem distinção entre teoria e prática: corpo, dramaturgia e coreografia. Pensamos corpo como recetáculo táctil e midiático, artefacto de um tempo-espaço incorporado e em mutação. Imaginamos dramaturgia como ativação de matéria viva e desobediência normativa, como apreensão e desdobramento de saberes empíricos, e como posicionamento ético e estético perante a vida das formas. Inventamos coreografia como estruturas instáveis e flexíveis de agrupamento, repercussão e dissolução, e como vibração que antecede a constituição de movimento como envergadura para um acontecimento.

 

Queremos abordar o múltiplo e o rizomático, o diverso e o desdobrado, a deriva e a reconstituição, o bifurcado e a complementaridade. A partir de uma compreensão de mundo decolonial e não hegemônico, queremos reafirmar a existência do sensível e do utópico no âmbito do social e do político, em um horizonte que se expande e reconhece outros paradigmas para se pensar o vivo e a vida.”

 

Marcelo Evelin

Informações

Artistas

Ana Rita Teodoro, André Lepecki, Christine Greiner, Coletivo Piscina (Andrei Bessa, Bibi Dória, Bruno Brandolino, Josefa Pereira, Julián Pacomio, Márcia Lança, Natália Mendonça e Romain Beltrão Teule), Eleonora Fabião, Jocelyn Cottencin, Marine Sigaut, Miguel Pereira, Piny, Tieta Macau, Venuri Perera, Flavia Pinheiro.

A quem se destina

Artistas com experiência nas artes performativas com interesse em processos de criação coletiva. O programa valoriza práticas colaborativas, capacidade de escuta e negociação em grupo, e abertura para a experimentação conjunta. Não se dirige a quem pretende desenvolver projetos autorais individuais, mas sim a quem quer integrar e contribuir para um contexto de criação partilhada.

Idioma

O inglês será a língua oficial do programa.

 

Importante!
As candidaturas podem ser enviadas em português e em inglês.

Datas

    • Fecho de candidaturas 30.11.2015
    • Comunicação de resultados dezembro 2025

Horários

De segunda a sexta-feira das 10h00 às 17h00. Este horário é apenas indicativo e poderá sofrer alterações.

Antes do início do programa será enviado um esboço do horário de trabalho ao grupo de pessoas selecionadas.

Candidaturas

Elementos a enviar:

    • Um currículo resumido, uma fotografia sua e um portfólio.
    • Uma carta de motivação.

! NOTA IMPORTANTE !

 

Os links enviados devem dar acesso direto à visualização online dos ficheiros (Youtube, Vimeo, etc.).

Processo de seleção

1. Fase de Candidaturas

    • Preenchimento de formulário de candidatura a partir do site do Forum Dança.

 

2. Fase de Audições

    • As audições podem ser presenciais, no Espaço da Penha, ou, no caso de estar fora da Europa poderão ser online, via aplicação Zoom.

Propinas

    • Inscrição: 200€;
    • Pagamento integral do curso: 2000€; (1000€ para bolseiros com 50% de desconto)
    • Pagamento em duas prestações: 1100€ x 2.

Bolsas

Bolsa de estudo disponível:

 

    • 1 Bolsa de estudo que oferece uma redução de 50% do valor das propinas;

 

Bolsas atribuídas:

 

    • 1 Bolsa de estudo que oferece uma redução de 50% do valor das propinas;
    • 1 Bolsa com redução de 100% do valor das propinas, destinada a artistas dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) ou a artistas negros residentes em Portugal.
    • Artistas residentes em Portugal podem beneficiar de uma redução até 50% do valor das propinas através de bolsas de estudo atribuídas pela Fundação GDA (no caso de cooperantes da GDA a redução pode ser até 75%);

Formulário

Importante!
 As candidaturas e toda a documentação devem ser enviadas em português ou inglês.

Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Biografias

Marcelo Evelin

Forum Dança | PACAP 9 - Marcelo Evelin
Marcelo Evelin © Bea Borgers

Marcelo Evelin é bailarino, coreógrafo e pesquisador. Vive entre Teresina e Amsterdão e trabalha no Brasil, Japão e em vários países da Europa como artista independente à frente da Plataforma Demolition Incorporada, baseada no CAMPO, um espaço de Residência e Resistência das Artes Performáticas em Teresina, no Piaui. Os seus espetáculos “De Repente Fica Tudo Preto de Gente”, “Batucada” e “A Invenção da Maldade” circulam atualmente por teatros e festivais do mundo. Ensina na Escola Superior de Artes de Amsterdão desde 1999 e cria projetos em universidades e cursos de mestrado, entre eles ISAC (Bruxelas), Museu Reina Sofia (Madrid), EXERCE (Montpellier) e CND (Paris). Em 2019 recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Piauí. Em 2020 criou “And Yes, I sad Yes, I will Yes” para Coroline Eckly/Companhia Carte Blanche (Bergen,Noruega), “Drama” para La Manufacture (Lausanne, Suíça), “La Nuit Tombe Quand Elle Veut” (Rennes, França) em colaboração com Latifa Laabissi, e reapresentou o seu solo “ai, ai, ai” (1995) no Festival d’Automne em Paris. Em 2022 recriou o acontecimento performático BARRICADA para o Festival Transborda (Almada, Portugal) e estreou UIRAPURU a mais recente criação da Plataforma Demolition Incorporada.

Bruno Moreno

Forum Dança | PACAP 9 - Bruno Moreno
Bruno Moreno

Bruno Moreno nasceu em 1988 em São Paulo. Desde 2018 vive entre a capital paulista e Teresina/PI, onde é artista residente do CAMPO arte contemporânea. Formado em artes cénicas pela Universidade de São Paulo, é performer e coreógrafo. Desde 2014 é colaborador da plataforma Marcelo Evelin/Demolition Incorporada.

Colaborou como performer com os coreógrafos Alejandro Ahmed, Luis Garay, Gustavo Ciríaco e foi integrante do [pH2]: estado de teatro, onde criou obras como performer, encenador e diretor coreográfico. As suas criações partem da coreografia e oscilam entre a performance, a instalação e o vídeo. Participou do programa de residências do Espaço Alkantara (Lisboa), além de se apresentar na Mostra VERBO (São Paulo).

Os seus trabalhos em vídeo já participaram da Mostra de Cinema de Tiradentes (Brasil), Ann Arbor Film Festival (EUA), Festival Short Waves (Polónia), Short Out (Itália), da revista de práticas artísticas Accesos do Museu Reina Sofia (Espanha), além de integrar o acervo de obras do Museu de Arte Contemporânea do Paraná. Foi um dos artistas residentes do programa PIVÔ Pesquisa 2024.

Participantes

Abdulay Bragança Dias (ST), Bruna Danesi (BR), Camila Delgado (CH), Déborah Alessandra Soares (BR), Federico Brocal (UY), Johanna Szőke (HU), Julia Domínguez (ES), Manuela Libman (BR), Maria Ramalho (BR), Maria Tamarit (ES), Mel Paiva (PT), Parvin Saljoughi (IR), Paula Otero (BR).

Atividades PACAP 9

Apoios e Parcerias

Coprodução PACAP 9: Teatro do Bairro Alto

Coprodução em Residência PACAP 9: O Espaço do Tempo

Apoios PACAP: Alkantara | Casa da Dança – Almada | Fundação GDA | OPART, E.P.E/Estúdios Victor Córdon | O Rumo do Fumo | Piscina |  Kees Eijrond Foundation

Palestras PACAP 8 / MyS | Márcio K. Canabarro | Forum Dança

Márcio K. Canabarro

25 de junho 2025, das 18h00 às 20h00

Auto-Fiction as Awareness Practice

(Auto-Ficção como Prática de Consciência)

Esta “palestra”, Auto-Ficção como Prática de Consciência, explora a narração de histórias, a incorporação e a perceção. Estuda a forma como a escrita e a dança servem como ferramentas de auto-tradução, permitindo ao artista reformular a identidade, a memória e a própria realidade. À medida que a visão se desvanece, o corpo torna-se um texto vivo – um texto que o público lê, interpreta e possui.

 

A “palestra” perturba as ideias de verdade, propondo a ficção como uma forma mais profunda de honestidade. Provoca o olhar, perguntando: Pode a visão divorciar-se do ponto de vista? O que é mais real – o ato de criação ou as circunstâncias do criador?

 

Através da “ciência”, da “dança” e da auto-narração radical, o orador realiza uma experiência de presença e desaparecimento, em que o próprio ato de ver é questionado pelas suas origens bioquímicas. Não se trata apenas de uma palestra, mas de um convite à entrega – à ficção, ao movimento, aos travões no coração (porque podem produzir muita escrita).

 

E depois? Bebemos. Ou falamos. Ou as duas coisas.

Esta palestra será conduzida em inglês.

Márcio K. Canabarro

Palestras PACAP 8 / MyS | Márcio K. Canabarro | Forum Dança
Márcio K. Canabarro © Michiel Keuper

Márcio K. Canabarro nasceu em 1985 no Brasil. É bailarino e coreógrafo, licenciado em Comunicação Social, com especialização em Performance pela SEAD e certificado em Terapia Mio-reflexiva Corporal.
Interessa-se em explorar as intersecções entre narratologia, performance e práticas de mindfulness. O seu trabalho centra-se nas implicações sócio-emocionais dos preconceitos culturais em torno da visão na formação da intimidade, autoestima e papéis sociais dos cegos, deficientes visuais e indivíduos que perdem a visão.

Sofre de uma doença degenerativa chamada retinitis pigmentosa, que causa a perda progressiva da visão periférica e, eventualmente, a cegueira. Em vez de a tratar como um obstáculo, vê-a como um colaborador criativo que requer adaptabilidade, inventividade e ligação. Reenquadra a experiência da deficiência visual não como um isolamento, mas como uma oportunidade de mediar um ponto de consciência alternativo.

Também trabalha como bailarino freelancer para Hodworks (HU), CRANKY BODIES/ uma companhia (DE) e Meg Stuart/Damaged Goods (BE/DE). No passado, colaborou com Benoit Lachambre, Sara Shelton Mann, Mark Thompkins, Keith Henessy e outros.

Informação geral

Data

25 de junho de 2025, das 18h00 às 20h00

 

Local
Forum Dança – Espaço da Penha
Travessa do Calado, 26B, 1170-070 Lisboa

 

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.

Foto de topo © Pat Mic

Palestras PACAP 8 / Mystery School

Apoios e Parcerias

Coprodução PACAP 8: Culturgest | Teatro do Bairro Alto | Anda & Fala | Walk e Talk | Goethe-Institut Portugal, no âmbito do festival Kulturfest.

Coprodução em Residência PACAP 8: O Espaço do Tempo

Apoios PACAP 8: Alkantara | Casa da Dança – Almada | Fundação GDA | Kees Eijrond Foundation | OPART, E.P.E/Estúdios Victor Córdon | O Rumo do Fumo | Piscina

Forum Dança | Parcerias e Apoios PACAP 8
Palestras PACAP 8 / MyS | CAConrad | Forum Dança

CAConrad

7 de maio 2025, das 18h00 às 20h00

Primeira Luz: Longevidade da Prática com Rituais (Somá)ticos

2025 marca o 50.º aniversário de CAConrad a escrever poesia, e ao longo deste meio século, já conheceram muitos artistas brilhantes que deixaram de fazer o seu trabalho por várias razões, desde ficarem sobrecarregados com as suas novas e crescentes famílias ou empregos, até à desilusão com a receção da sua arte. Recorrer a Rituais (Somá)ticos pode manter-nos a vibrar na frequência dos nossos talentos, independentemente dos desafios que temos pela frente.

 

Concentrar-nos-emos nas Intrusões, que vão desde guardar comentários negativos sobre a nossa arte até às dúvidas que nos impedem de avançar com as coisas que queremos criar. Estas vozes surgem muitas vezes em alturas de crise e acabam com muitos artistas. Os Rituais (Somá)ticos podem ser utilizados para mantermos a concentração, tratando sempre a nossa criatividade como um órgão vital.

 

Tracy K. Smith, ex-Poeta Laureado dos EUA, escreveu no The New York Times: “Os poemas de CAConrad convidam o leitor a tornar-se um agente num ato conjunto de recuperação, a sair da passividade e da propriedade e a tornar-se suscetível ao ilógico e ao misterioso.”

Esta palestra será conduzida em inglês.

CAConrad

Palestras PACAP 8 / MyS | CAConrad | Forum Dança
CAConrad © Sarah White

CAConrad tem trabalhado com as tecnologias antigas da poesia e do ritual desde 1975.

O seu último livro é Listen to the Golden Boomerang Return (Wave Books / UK Penguin 2024).

Receberam o Prémio de Poesia Ruth Lilly, um Prémio PEN Josephine Miles, uma bolsa Creative Capital, uma Pew Fellowship e um Prémio Lambda.

The Book of Frank está agora disponível em 9 línguas diferentes e coeditaram SUPPLICATION: Selected Poems of John Wieners (Wave Books).

Expõem poemas como objetos de arte, com recentes exposições individuais em Tucson, Arizona, bem como em Espanha e Portugal.

Ensinam no Sandberg Art Institute em Amesterdão.

Mais informações aqui

Informação geral

Data

7 de maio de 2025, das 18h00 às 20h00

 

Local
Forum Dança – Espaço da Penha
Travessa do Calado, 26B, 1170-070 Lisboa

 

Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.

Foto de topo © DR

Palestras PACAP 8 / Mystery School

Apoios e Parcerias

Coprodução PACAP 8: Culturgest | Teatro do Bairro Alto | Anda & Fala | Walk e Talk | Goethe-Institut Portugal, no âmbito do festival Kulturfest.

Coprodução em Residência PACAP 8: O Espaço do Tempo

Apoios PACAP 8: Alkantara | Casa da Dança – Almada | Fundação GDA | Kees Eijrond Foundation | OPART, E.P.E/Estúdios Victor Córdon | O Rumo do Fumo | Piscina

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