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Residências

Sofia Ó

Como ficamos zangadas

Mostra Informal

Forum Dança | 21 agosto 2026 | 18h30

Partilha de processo de residência

ENTRADA GRATUITA

Como ficamos zangadas é um dos três trabalhos selecionados para o “Núcleo 2026”, um projeto anual do Forum Dança.

 

Nesta residência, Sofia Ó realiza as primeiras experimentações das corporalidades e afetos que comporão a pesquisa de criação para a obra ZANGADA.
ZANGADA é uma criação coreográfica para corpo e texto, que propõe a reconfiguração da zanga enquanto força estética, política e relacional. Tradicionalmente associada à desregulação emocional, a zanga é aqui assumida como matéria de criação, afirmando-se como dispositivo crítico capaz de gerar novas formas de expressão, pensamento e relação. A pesquisa articula referências da dança contemporânea, do teatro físico, da palhaçaria, da filosofia política e da fabulação crítica.

 

Concepção, direção e performance: Sofia Ó
Apoio à dramaturgia: Rafael Limongelli
Apoio à criação em som e voz: Dandara Modesto
Apoio à criação em palhaçaria: Joana Egypto
Figurino e cenografia: Neusa Trovoada
Consultoria em educação: Clara Bevilaqua
Produção: Kora Criativa
Apoio: Forum Dança, Casa da Dança, Polo Cultural das Gaivotas, c.e.m – centro em movimento, BOTA
Financiamento: Fundação GDA

 

 

Local
Espaço da Penha, Forum Dança – Tv. do Calado 26B, 1170-070 Lisboa

Entrada Gratuita

 

 

Imagem ©DR /  Sofia Ó (arquivo pessoal)

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Maria Antunes

NINFA (título provisório)

Mostra Informal

Forum Dança | 26 agosto 2026 | 18h30

Partilha de processo de residência

ENTRADA GRATUITA

NINFA (título provisório) é um dos três trabalhos selecionados para o “Núcleo 2026”, um projeto anual do Forum Dança.

 

NINFA é uma performance a solo que investiga o corpo feminino como território de poder, desejo e autodeterminação. A obra questiona a construção histórica do corpo da mulher enquanto objeto de contemplação e espaço regulado por normas morais, religiosas e sociais. Partindo dos arquétipos mitológicos da ninfa, figuras associadas à natureza, à sensualidade e à fertilidade, cuja herança simbólica persiste na patologização do desejo feminino, como evidencia o termo “ninfomania”, a peça propõe uma reconfiguração da sensualidade enquanto força autónoma, capaz de produzir conhecimento, presença e agência, em vez de permanecer disponível ao consumo e à objetificação.

 

Direcção Artística e interpretação – Maria Antunes
Criação musical – Soluna

 

Local
Espaço da Penha, Forum Dança – Tv. do Calado 26B, 1170-070 Lisboa

Entrada Gratuita

 

 

Imagem ©DR /  Sónia Godinho

Beatriz Ballarin

Diário da Ausência

Mostra Informal

Forum Dança | 14 agosto 2026 | 18h30

Partilha de processo de residência

ENTRADA GRATUITA

Diário da Ausência é um dos três trabalhos selecionados para o “Núcleo 2026”, um projeto anual do Forum Dança.

 

Diário da Ausência é uma investigação e processo criativo em dança-performance e trabalho de arquivo por Beatriz Ballarin que investiga o luto, a ciclicidade e processos de cura. A partir de um arquivo de fotografias, vídeos, sons, texto e memórias corporais do próprio luto após a perda súbita do pai e mais quatro familiares, a artista propõe a criação de um objeto performativo a partir da perspectiva das culturas de matriz africana no Brasil para estabelecer uma comunicação com o invisível, transformando a perda num memorial vivo. É uma dança sobre estar “só, mas junto”, onde o corpo se torna o ponto de encontro entre os que ficam e os que partiram.

 

Criação e interpretação: Beatriz Ballarin
Apoio à dramaturgia: Wura Moraes
Composição musical: Helle Simone
Acompanhamento artístico e apoio ao arquivo: Sara Zeferino

 

Local
Espaço da Penha, Forum Dança – Tv. do Calado 26B, 1170-070 Lisboa

Entrada Gratuita

 

 

Imagem ©DR /  Beatriz Ballarin

© Victoriano Moreno

Lucia Giannoni e Rocío Bernardez 

‘Que funcione’

Mostra Informal

Forum Dança | 15 dezembro 2025 | 18h30

Partilha de processo de residência

ENTRADA GRATUITA

QUE FUNCIONE

O que um grupo de estranhos faz numa sala de teatro?

“Que funcione” é um estudo sociológico, um projeto de investigação que visa construir uma possível comunidade contra-hegemónica e horizontal, resultante da reunião de um grupo de estranhos que se juntam para assistir a uma apresentação. Assim que o público entra na sala, torna-se protagonista e, com base numa série de instruções, tem de encontrar uma forma de estar junto. O projeto testa o conceito de pertença: como um ato de sobrevivência, como um processo de construção de identidade.
“Que funcione” opera especificamente dependendo do território onde se realiza, observando cada grupo dentro do seu contexto social, económico e político. Este projeto está a tomar forma à medida que é experimentado e, paralelamente, envolve pesquisa e registo documental na cidade e no contexto social em que se realiza.

 

LUCIA GIANNONI. Coreógrafa, diretora e intérprete. Mestre em Composição Coreográfica. Coreógrafa de «Vivir juntes es posponer el final» com o CNDC da Argentina. Diretora e intérprete de «El ángulo muerto». Vencedora da Bienal de Arte Jovem com «Todxs tenemos un pelo». Novo projeto de investigação: Que funcione 2024 CAMPUS Porto; Festival PRÓXIMAMENTE, Bruxelas. 2025- Sounded Bodies Zagreb, Nau Ivanow Barcelona. Professora na Universidade Nacional de Artes de Buenos Aires, Argentina.

 

ROCÍO BERNARDEZ. É licenciada em Composição Coreográfica com especialização em Teatro Dança pela Universidade Nacional das Artes, Argentina. Dirige e atua em «Yo me perdí en el sur» (Eu perdi-me no sul) (Centro Cultural Rojas, 2024). Colabora artisticamente em «Que funcione» com Lucia Giannoni. Assistente de direção em El Ángulo Muerto, de Lucía Giannoni (FIBA DANZA 2022). Assistente de direção e intérprete em Choclo, Choclo, Pochoclo, de Marta Salinas.

 

 

Local
Forum Dança

Entrada Gratuita

 

 

Imagem © Victoriano Moreno

Natacha Campos

‘Ma’

Mostra Informal

Forum Dança | 27 novembro 2025 | 18h30

Partilha de processo de residência

ENTRADA GRATUITA

MA é um dos dois trabalhos selecionados para o “Núcleo 2025”, um projeto anual do Forum Dança.

“Ma investiga a desconstrução do género e como o contexto molda identidades. A partir do  desdobramento do vocábulo “Ma”,  corpas cruzam texto, som e movimento num percurso entre o íntimo e o coletivo.” [Natacha Campos]

 

Natacha Campos (1997, Amadora) é afrodescendente, filha de pais angolanos. Licenciada pela Escola Superior de Dança (2018), frequentou o programa Performact (2018-2020) e formou-se em Produção de Espetáculo com Patrícia Pires. Frequenta o mestrado em Artes Cénicas na FCSH/NOVA e o PACAP 8 no Fórum Dança, curado por Ana Rocha e Meg Stuart. Trabalhou com Pietro Romani, Beatriz Cantinho, Rui Catalão, Cláudia Semedo, Sofia Dias & Vítor Roriz, Kiluanji Kia Henda entre outres, destacando Escala (2021), Ivone (2022), Casa com Árvores Dentro (2022) e Coral de Corpos sem Norte (2025). Co-curou o programa Ecossistema.danças.corpos com Cláudia Galhós. Como criadora, assina THEFRUIT, Other than you, you (2020), Faded (2019), Mechanical Animal (2023) e Íla (2023).

 

Local
Forum Dança

Entrada Gratuita

 

 

Imagem ©DR /  Natacha Campos

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