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32.º CGPAE | Algarve

Curso de Gestão/Produção das Artes do Espetáculo | Algarve

32.º CGPAE | Algarve

Curso de Gestão/Produção das Artes do Espetáculo | Algarve

De 22 de fevereiro a 24 de outubro de 2024
Terças, quartas e quintas-feiras, das 10h00 às 13h00

Edição on-line com aulas presenciais, dirigido ao Algarve.

Se procura a edição presencial, 31.º CGPAE | Lisboa, é aqui >>

Terceira Fase
C
andidaturas até 4 de fevereiro de 2024

Para que todas as pessoas interessadas possam participar nesta edição especialmente dedicada ao Algarve, resolvemos abrir mais uma fase de candidaturas. A data de início do curso também foi alterada para 22 de fevereiro.

Introdução

O CGPAE – Curso de Gestão/Produção das Artes do Espetáculo conta com trinta edições, sendo responsável pela formação e integração de muitos profissionais na área das artes do espetáculo em Portugal que escolheram formar-se no Forum Dança.

Com um currículo pedagógico que cobre os parâmetros práticos e teóricos da profissionalização das artes, conta com um corpo docente em contacto e no ativo de funções na área das artes, o que lhe confere uma constante atualização com a realidade e estruturas culturais vigentes.

Esta edição do curso é especialmente dirigida a pessoas residentes na região do Algarve, terá uma componente online e encontros presenciais e pontuais na região, para conversas, debates e visitas a estruturas culturais e artísticas sediadas no Algarve.

Objetivos Gerais

Profissionalizar agentes culturais através da aquisição das seguintes competências:

  • Planear e delinear estratégias de gestão, produção, programação e financiamento no âmbito das Artes do Espetáculo;
  • Integração e profissionalização dos formandos ao longo do curso, sendo a estrutura do mesmo pedagogicamente orientada para este foco central: a aplicação do conhecimento no mundo material das artes performativas.

Coordenação Pedagógica

Dora Carvalho

Mediação de Debates e Acompanhamento de Projeto

Nelson Guerreiro

Informações

Selecione cada uma das secções abaixo para tomar conhecimento de todas as especificações do curso e dos processos de candidatura e seleção.

A quem se destina

Agentes culturais que pretendam desenvolver o seu trabalho/projeto na área de Gestão/Produção das Artes do Espetáculo.
Público em geral com o objetivo de profissionalização. Em ambos os casos, dar-se-á preferência a candidaturas de pessoas residentes na região do Algarve.

Corpo Docente / Estrutura Curricular

O corpo docente do curso desenvolve a sua atividade profissional nas disciplinas que leciona, proporcionando uma aprendizagem do que se faz aqui e agora e uma ligação facilitada ao mercado de trabalho: Eduardo Quinhones Hall, Elisabete Paiva, Ezequiel Santos, Francisco Cipriano, Giacomo Scalisi, Madalena Zenha, Miguel Castro Caldas, Nelson Guerreiro, Patrícia Costa, Paula Varanda, Rita Guerreiro, Rita Tomás, Rui Campos Leitão e convidados.

  • História da Dança, com Ezequiel Santos
  • Música, com Rui Campos Leitão
  • Teatro, com Miguel Castro Caldas
  • Comunicação Cultural, com Rita Tomás
  • Gestão Financeira, com Rita Guerreiro
  • Políticas Culturais, com Paula Varanda
  • Financiamento Europeu para a Cultura, com Francisco Cipriano
  • Direito na Cultura, com Madalena Zenha
  • Direção de Cena / Espaços Culturais, com Patrícia Costa
  • Estratégias de Programação, com Elisabete Paiva
  • Arte e Sociedade, com Giacomo Scalisi
  • Competências Digitais, com Eduardo Quinhones Hall
  • Módulos Técnicos: Som e Luz, a definir
  • Debates + Projeto, com mediação de Nelson Guerreiro

Horários

Às terças, quartas e quintas-feiras das 10h às 13h.

Interrupção para férias em agosto.

Excecionalmente poderão ocorrer aulas aos sábados de manhã.

Debates presenciais a calendarizar.

Processo de Candidatura

Submeter no formulário disponibilizado no fundo desta página o Curriculum Vitae com os dados atualizados e uma Carta de Motivação, onde indique porque pretende frequentar este curso (não exceder uma folha A4).

Deve enviar também uma foto tipo passe na candidatura.

 

    • Primeira fase: Candidaturas 7 de janeiro de 2024;
    • Segunda fase: Candidaturas até 14 de janeiro de 2024;
    • Terceira fase: Candidaturas até 4 de fevereiro de 2024;
    • Entrevistas On-line de 9 e 10 de janeiro de 2024 (para quem se candidatou na primeira fase). Nota: As candidaturas da segunda e terceira fases seguintes serão agendadas à medida que vão chegando as propostas (as pessoas que se candidatarem serão posteriormente contactadas por email).

Pagamentos

  • Taxa de Inscrição: 130 €. Pagamento até ao dia 26 de janeiro de 2024, após terminar o processo de seleção e ser aceite no curso.

 

Existem duas modalidades de pagamento: trimestral e único.

  • Pagamento trimestral: 530 € x 3. Os três pagamentos deverão ocorrer nas seguintes datas: 1.º até dia 26 de janeiro, 2.º até dia 8 de abril e 3.º até dia 8 de julho. Valor total: 1590 €.
  • Pagamento único: 1490 € x 1. O pagamento da totalidade do curso, deve ser feito até dia 26 de janeiro.

Estas datas de pagamentos sofrerão ligeiras alterações para quem se candidata na segunda e terceiras fases.

Testemunhos de ex-participantes

Regulamento

A.) PARTICIPANTES

A.1.) Deveres 

  1. Frequentar com assiduidade e pontualidade a ação de formação. A presença e participação em todas as atividades do curso são consideradas condições necessárias para a prossecução de um elevado nível pedagógico.
  2. Nas aulas em zoom manterem o ecran ligado durante a aula.
  3. Participantes que ultrapassem o limite de faltas  20% das horas totais do curso, não terão direito ao Certificado de Frequência e Aprovação final do curso. A chegada às aulas 15 minutos depois do seu início corresponde a 1 hora de falta;
  4. Cumprir com os pagamentos (se for aluno externo);

A.2.) Direitos 

  1. Receber a formação em conformidade com os programas estabelecidos;
  2. Obter gratuitamente, no final da acção, o Certificado comprovativo da frequência e aproveitamento (caso estes se verifiquem) no curso;
  3. Beneficiar de um seguro de acidentes pessoais no decurso da formação;
  4. Receber informação e orientação profissional no decurso da ação de formação;
  5. Receber informação mensal sobre os horários do curso;
  6. Reclamar junto da coordenação da formação, em horário a acordar, e ainda, se a natureza da queixa o justificar, por escrito junto da entidade de formação, a qual responderá apropriadamente e do mesmo modo

 

B.) ENTIDADE FORMADORA

B.1.) Deveres

  1. Respeitar e fazer respeitar as condições de higiene e segurança do local em que decorre a formação, quando esta é presencial;
  2. Não exigir tarefas não compreendidas nos objectivos e âmbito do curso;
  3. Actuar no respeito das normas nacionais de proteção de dados pessoais, nomeadamente mantendo para uso estrito da ação de formação os dados constantes da ficha de formando e dos curricula vitae.

B.2.) Direitos

  1. O cumprimento do regulamento e normas de funcionamento por parte das pessoas participantes;
  2. O tratamento com correção de representantes do Forum Dança e colaboradores;
  3. Efetuar as alterações consideradas necessárias aos horários pré-estabelecidos, comunicando-os atempadamente.

 

C.) AVALIAÇÃO

C.1.) Avaliação qualitativa

  1. Participação e aproveitamento da formação;
  2. Assiduidade e pontualidade.

C.2.) Avaliação quantitativa

  1. No final dos seminários com duração superior a 6 horas;
  2. No projecto final;
  3. No final do curso;
  4. Será utilizada a escala numérica de 0 a 20;
  5. A avaliação só será feita em caso de presença em pelo menos 70% das horas totais de cada seminário. Se o aluno estiver presente em 50% do módulo caberá ao formador decidir se tem elementos suficientes para lançar a avaliação.

C.3.) Nota final

  1. Na atribuição da nota final, a valorização de cada seminário será feita de forma ponderada, sendo-lhe atribuída uma nota quantitativa;
  2. A nota final será expressa na escala de 0 a 20. Esta nota será o resultado da ponderação das avaliações dos seminários e da avaliação do projeto final.
  3. A nota final obedecerá à seguinte fórmula:

[ ( Teatro+ Música+ Dança + Comunicação x 3 + Gestão Financeira x 3 + Direção de Cena x 3 + Políticas Culturais + Direito na Cultura + Estratégias de Programação ) / 15 ] x 0,7 + Projeto x 0,3

C.4.) Certificado de formação

No final da ação de formação será entregue um certificado comprovativo da frequência e do aproveitamento obtido.

 

D.) DURAÇÃO DA FORMAÇÃO

O período curricular do curso decorrerá de 1 de fevereiro a 24 de outubro de 2024.

O horário de frequência será às terças, quartas e quintas feiras das 10h00 ás 13h00. Interrupção para férias em agosto. O plano anual do curso será entregue no início do mesmo (podendo ocorrer algumas alterações pontuais que serão atempadamente comunicadas).

Programa completo

História da Dança

Forum Dança - Ezequiel Santos
Ezequiel Santos

Conteúdos

  1. Panorama da História da Dança Ocidental;
  2. A Nova Dança Portuguesa;
  3. Crítica e Estética na Dança Contemporânea.

 

Objetivos

  • Fixar os eixos históricos da Dança Ocidental;
  • Conferir léxico de Dança Contemporânea ao aluno;
  • Utilização da linguagem e ferramentas críticas no âmbito da produção em Dança.

 

Biografia

Ezequiel Santos, psicólogo e psicoterapeuta, docente na Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril na área de ciências sociais e humanidades, docente convidado na Escola Superior de Dança em Lisboa em 2005/2006.

Concluiu o CMDC II do Forum Dança, em 1993, desenvolvendo desde então a sua atividade como pedagogo nas áreas da psicologia, comunicação, dança criativa e ainda como crítico de dança.

Foi intérprete dos coreógrafos Madalena Victorino, Rui Nunes e Francisco Camacho até 1996 apresentando-se em várias cidades europeias.

Entre 1996 e 2006 trabalhou no Forum Dança como diretor do Núcleo de Apoio Coreográfico.

Leciona regularmente as disciplinas de “História da Dança” e “Teoria da Dança” e tem apresentado várias comunicações sobre dança na Europa e no Brasil.

Música

Forum Dança - Rui Campos Leitão
Rui Campos Leitão

Conteúdos

  1. Aquisição de um vocabulário terminológico específico à música;
  2. Desenvolvimento das capacidades auditivas referentes à deteção, definição e caracterização das principais componentes constituintes do fenómeno musical;
  3. Desenvolvimento da acuidade da escuta;
  4. Desenvolvimento da capacidade de distinguir estilos musicais;
  5. Familiarização com situações específicas à prática musical;
  6. Reconhecimento de relações entre a música e as outras artes do espetáculo;
  7. Desenvolvimento da capacidade de dissertação sobre o fenómeno musical.

 

Objetivos

  • Saber detetar e caracterizar as principais componentes técnicas constituintes de uma música;
  • Conhecer e aplicar o léxico de termos musicais elementar;
  • Distinguir e caracterizar alguns dos principais estilos musicais do passado e dos nossos dias;
  • Saber construir um discurso de carácter genérico sobre música.

 

Biografia

Rui Campos Leitão, formado em Musicologia, desenvolveu pontualmente a sua atividade artística no domínio das Artes do Espetáculo.

Obteve o grau de Mestre na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas com a dissertação intitulada «A Paisagem Musical e Sonora da Cidade de Lisboa no Ano de 1890». Foi professor na Academia Superior de Orquestra da Metropolitana entre 2000 e 2010. Colabora com o Departamento de Dança da Faculdade de Motricidade Humana desde 1997, onde é actualmente Professor Auxiliar Convidado, e é desde 1996 formador dos cursos do Forum Dança, designadamente do curso de Gestão e Produção das Artes do Espetáculo (CGPAE) e do Programa de Estudo, Pesquisa e Criação Coreográfica (PEPCC).

Exerce a profissão de musicólogo na AMEC / Metropolitana. Aí, desenvolve conteúdos destinados ao funcionamento e à divulgação da atividade da Orquestra Metropolitana de Lisboa e dos múltiplos agrupamentos tutelados por aquela associação cultural.

Desde 2007, tem vindo a desempenhar funções de assessoria junto das suas sucessivas direções.

Teatro

Forum Dança - Miguel Castro Caldas
Miguel Castro Caldas

Conteúdos

Com este curso pretende-se apresentar e discutir alguns modos variados de fazer e ver teatro – hoje e ao longo dos tempos.

Como esses modos podem ser parecidos com aqueles a que se opõem e como também os da mesma família podem estar afinal nos antípodas uns dos outros.

Algumas linhas de força:

O teatro e o antiteatro; o texto dramático e o espetáculo; o teatro e a performance; artes plásticas e artes do espetáculo; encenação e dispositivo; ser personagem ou ser o que se é; ver ou estar dentro.

 

Biografia

Miguel Castro Caldas escreve peças de teatro que antigamente entregava a um encenador, mas agora prefere ser ele a colocá-las em cena com a ajuda de amigos. Fez dramaturgia de espetáculos, traduz ocasionalmente e dá aulas na licenciatura de Teatro na ESAD e na Pós-Graduação em Artes da Escrita na FCSH. Tem o título de Especialista em Artes do Espetáculo e está a preparar um doutoramento no programa em Teoria da Literatura na FLUL. Alguns dos seus textos estão publicados na coleção Livrinhos de Teatro dos Artistas Unidos, na editora Ambar, na Douda Correria, na Mariposa Azual, na Culturgest, na Primeiros Sintomas, e nas revistas Artistas Unidos, Fatal e Blimunda.

Recentemente publicou a Antologia Se eu vivesse tu morrias e outros textos, publicado na Imprensa Universitária de Coimbra e Enseada, na Douda Correria.

Ganhou uma Menção Honrosa em 2005 pela atividade de dramaturgo pela Associação de Críticos de Teatro e o prémio SPA 2017 para melhor texto português representado com Se Eu Vivesse Tu Morrias. Alguns dos seus textos estão traduzidos em espanhol, francês, húngaro, inglês e italiano.

Comunicação Cultural

Forum Dança - Rita Tomás
Rita Tomás

Conteúdos

  • Análise de conceitos, estratégias e técnicas de comunicação cultural;
  • Análise crítica e elaboração de estratégias de comunicação cultural;
  • Apresentação de casos de estudo do sector cultural.

 

Objectivos

  • Conhecer os principais instrumentos e ferramentas de marketing adequados ao setor cultural,
  • Adquirir competências que lhe permitam:
    • analisar e segmentar os públicos-alvo;
    • definir os meios e suportes de comunicação e divulgação mais adequados;
    • organizar e redigir um plano de comunicação.

 

Biografia

Rita Tomás é Diretora de Comunicação do TBA, o mais recente teatro municipal de Lisboa dedicado às artes performativas experimentais.

Antes, passou pelo Centro Cultural de Belém e fez parte da equipa do Maria Matos Teatro Municipal durante quase dez anos.

Licenciada em Ciências da Cultura pela Faculdade de Letras, completou uma pós-graduação em Edição de Livros e Formatos Digitais na UCP e foi ainda bolseira Gulbenkian no mestrado em Arts Administration and Cultural Policy na Goldsmiths, em Londres.

Foi docente na Escola Superior de Teatro e Cinema e tem sido responsável por cursos de Comunicação Cultural em universidades, com a Acesso Cultura e com o Forum Dança.

É consultora de comunicação do arquivo online de artistas mulheres, pessoas não-binárias e intersexo É um oceano, não é uma poça de onde se bebe de uma vez.

Gestão Financeira

Forum Dança - Rita Guerreiro
Rita Guerreiro

Conteúdos

  1. A Gestão Financeira no contexto das artes do espetáculo;
  2. Instrumentos de Gestão Financeira;
  3. Financiamento de Projetos Artísticos.

 

Objetivos

  • Reconhecer a utilidade da gestão financeira, no contexto das artes do espetáculo;
  • Utilizar os instrumentos da gestão financeira para analisar e procurar a viabilidade económico-financeira do projeto artístico;
  • Conduzir corretamente pedidos de financiamento para projetos artísticos.

 

Biografia

Rita Guerreiro, licenciada em Gestão pela Universidade Católica Portuguesa. É gestora na Cassefaz e na Academia de Produtores Culturais.

Foi Diretora de Marketing/Financeira no Teatro Municipal Maria Matos e autora do capítulo de Gestão Financeira do Guia das Artes Visuais e do Espetáculo.

É formadora do módulo de Gestão Financeira no CGPAE/ Forum Dança. Deu aulas na Escola Superior de Teatro e Cinema (Gestão Cultural), ETIC (Gestão e controle orçamental) e na Universidade Católica (Gestão de Empresas Media).

Políticas Culturais

Forum Dança - Paula Varanda
Paula Varanda

Conteúdos

  1. O conceito de políticas culturais: significado, progressão, âmbito e escalas, em Portugal e no limite da Europa;
  2. O papel do Estado: o Ministério da Cultura como entidade normativa e operadora das políticas culturais nacionais promovidas pelo governo central, e a iniciativa autónoma ou complementar do governo local;
  3. Apoio às artes do espetáculo: medidas operacionalizadas pela Direção-Geral das Artes para a concretização das políticas públicas de cultura e instrumentos disponibilizados aos agentes culturais para financiamento da atividade profissional;
  4. Enquadramentos e referências: diretivas e iniciativas europeias e estudos e relatórios estatísticos nacionais.

 

Biografia

Paula Varanda, Lisboa, 1970. Investigadora doutorada em 2016 pela Middlesex University em Humanidades e Estudos Artísticos, concluiu o Master of Arts em Coreografia e Artes Performativas na mesma universidade em 2003 e é licenciada pela Escola Superior de Dança do Instituto Politécnico de Lisboa.

Foi Diretora-Geral da Direção-Geral das Artes (Ministério da Cultura) em comissão de serviço (2016-2018) e assessora do Instituto das Artes (2004-2007).

É autora dos livros Dançar é Crescer – Aldara Bizarro e o Projecto Respira (caleidoscópio 2012) e 70 Críticas de Dança (caleidoscópio 2020).

Escreve sobre artes e cultura em várias publicações académicas e culturais e colaborou como crítica com o jornal Público de 2004 a 2016.

Entre 1994 e 2005 profissionalizou-se na produção, gestão e coordenação de projetos artísticos nacionais e internacionais em entidades como Danças na Cidade/Alkantara, Re.Al – João Fiadeiro, Danse Bassin Mediterranée e Body-Data-Space.

Em 2008, criou o Dansul – dança para a comunidade no sudeste alentejano – realizado em parceria com 4 autarquias, assumindo a direção artística e de gestão até dezembro 2015.

Foi professora adjunta na Escola Superior de Dança (2010-2011) e convidada da Faculdade de Motricidade Humana, da ALSUD e do Forum Dança.

Desde 2020 é professora auxiliar convidada no Mestrado em Artes Cénicas da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e desde 2019 investigadora integrada do Instituto de História da Arte da mesma faculdade.

Interessam-lhe temáticas da inclusão, descentralização e desenvolvimento pela arte e pela educação; as práticas e teorias sobre corpo e novos média na sociedade contemporânea; e as políticas culturais para o acesso e sustentabilidade das artes.

Financiamento Europeu para a Cultura

Forum Dança - Francisco Cipriano
Francisco Cipriano

Conteúdos

A formação pretende proporcionar motivação, conhecimento e a capacidade de detectar oportunidades de financiamento para projetos artísticos e culturais.

 

Num primeiro momento, pretende apresentar de forma sintética o panorama global dos programas comunitários que estão ao dispor de Portugal e que potencialmente podem financiar projetos no domínio das artes e da cultura, fazendo a distinção entre o que são os programas em regime de subsidiariedade – isto é: o que foi/é o Portugal 2020; o que será o novo Portugal 2030; que Programas Operacionais? Como funciona a organização regional? Qual o papel das Comunidades Intermunicipais, como se articulam com o novo Plano de Recuperação e Resiliência? –  e os programas em regime direto com a Comissão Europeia, cuja gestão é direta entre o beneficiário e a Comissão Europeia.

 

Num segundo momento, pretende-se dar os elementos específicos de como transformar uma ideia num projeto, os principais elementos a ter em conta que antecipam a formalização da candidatura: a lógica dos avisos de abertura de concurso, onde apresentar as candidaturas, como fazer os registos nas bases de dados europeias e todas as formalidades necessárias.

 

Por fim, dar a conhecer algumas dicas e truques práticos para encontrar as parcerias certas e inspiração em projetos “campeões” no setor das artes e cultura, na esperança de motivar e dar a compreender como outras instituições acederam aos financiamentos comunitários, fomentando o diálogo e a troca de experiências.

 

Biografia

Francisco Cipriano, mestre em Geografia e Planeamento Regional e Local, está atualmente no Serviço de Planeamento e Estratégia da Fundação Calouste Gulbenkian, onde é responsável por encontrar e acompanhar as oportunidades de cofinanciamento por fundos comunitários e outras iniciativas e programas europeus que possam enquadrar as várias atividades da fundação.

A sua vida profissional está ligada à execução e acompanhamento, avaliação e controlo de instrumentos de apoio às políticas públicas, sobretudo no âmbito do desenvolvimento regional e da política de coesão.

A sua experiência profissional tem vindo a criar sólidas ligações com a gestão e a implementação dos programas e projetos estruturais da União Europeia e dos Fundos Comunitários em Portugal, designadamente, nos setores artísticos e culturais.

É ainda o impulsionador do projecto Laboratório de Candidaturas, Fundos Europeus para a Arte, Cultura e Criatividade, um espaço de confluência de ideias e pessoas em torno das principais iniciativas de financiamento europeu para o setor cultural.

Para além disso é homem para muitas atividades. É coautor do primeiro guia nacional de surf, Portugal Surf Guide e host no documentário Movement, a journey into Creative Lives.

Direito na Cultura

Forum Dança - Madalena Zenha
Madalena Zenha
Forum Dança - Anabela de Almeida Rodrigues
Anabela de Almeida Rodrigues

Conteúdos

  1. Introdução ao léxico e enquadramento legal nas Artes do Espetáculo;
  2. Direitos de Autor e Direitos Conexos – tipologia, jurisprudência e resultado da transposição de diretivas comunitárias;
  3. O Direito e a Prática;
  4. Obrigações legais da atividade profissional na Produção de Espetáculos;
  5. Noções Elementares do Direito do Trabalho e do contrato de prestação de serviços;
  6. Noção do processo de constituição de associações e sociedades comerciais;
  7. Caracterização do Estatuto do Trabalhador Independente.

Objetivos

  • Identificar e prevenir os processos legais inerentes à atividade de Produção e Promoção de Espetáculos;
  • Ter conhecimento da legislação vigente no que concerne aos Direitos de Autor e Direitos Conexos;
  • Ter noção da relação contratual por conta de outrem e da prestação de serviços;
  • Apreender o processo de constituição de sociedades e associações.

 

Biografias

Madalena Zenha, licenciada em Direito na Universidade de Coimbra. Desde 1989, exerce advocacia, prestando, entre outros, serviços na área da propriedade intelectual, direito civil e direito da família e sucessões, tendo participado em diversas conferências, workshops e congressos, enquanto participante e/ou conferencista.

Tem os cursos de mediadora familiar e de formadora, tendo exercido a atividade de mediadora no Gabinete de Mediação Familiar de Lisboa.
A par da advocacia, de 1989 até 1997, exerceu atividade profissional na área de produção, agência e marketing de espetáculos musicais e representação de artistas.
Desde 2011, pertence ao Conselho Regional de Lisboa da Ordem dos Advogados.
Leciona o módulo de Direito na Cultura desde 2002, no Curso de Gestão/Produção das Artes de Espetáculo do Forum Dança.

 

Anabela de Almeida Rodrigues, licenciada pela Faculdade de Direito de Lisboa em 1988. Estágio de advocacia realizado com o Dr. Edgar Valles.

Inscrita na Ordem dos Advogados em 1991, pelo Conselho Distrital de Lisboa, iniciando prática forense nessa mesma data.

Áreas de Prática: Direito das Obrigações; Direito Laboral; Direito de Família; Direito das Sucessões (inventários, habilitações e partilhas) e Direito Societário e Associativo.

Direção de Cena / Espaços Culturais

Patrícia Costa
Patrícia Costa

Objetivos gerais

  • Conhecer as principais funções da Direção de Cena.
  • Desenvolver noções teóricas e práticas sobre as diferentes áreas de trabalho da Direção de Cena
  • Adquirir noções teórico-práticas sobre o trabalho da direção de cena

 

Conteúdos programáticos

  1. Breve apontamento sobre a história da arquitetura e sua influência na ação teatral
  2. Tipologias de salas e Infraestruturas: implantação de palcos e outros tipos de estruturas
  3. Equipamentos e Acessórios
  4. Segurança e Acessibilidades
  5. Organização de estruturas – Noções básicas sobre Direção Técnica | Direção de Produção | Direção de cena
  6. Noções básicas sobre Iluminação Cénica, sonoplastia e vídeo e a sua implicação direta no trabalho na Direção de Cena
  7. Nomenclatura sobre os diversos tipos de equipamentos utilizados nas diferentes áreas (teatro/dança/música/outros)
  8. Contra-regra, cenografia e figurinos
  9. Análise de rider técnico
  10. Construção de um guião de direção de cena

 

Biografia

Licenciada em Dança pela FMH – UTL, Pós-graduada em Dança na Comunidade pela FMH – UL e Mestre em Estudos do Teatro pela FLUL.

Iniciou a sua atividade profissional na área de produção em 1999, com o espetáculo “1/2h do Almoço”. Entre fevereiro de 2000 e julho de 2001 fez um estágio curricular seguido de um estágio profissional em Direção de cena no CCB. De julho de 2001 a maio de 2002 integra a equipa de direção de cena do CCB, como assistente de direção de cena. De junho de 2002 a abril de 2003 fez produção executiva e direção de cena na Cooperativa Teatro da Garagem. De abril a dezembro de 2003 fez produção executiva no Espaço do Tempo – Montemoro-Novo. Em outubro de 2003 funda A Menina dos meus olhos, associação cultural com a Marina Nabais onde faz parte da direção, com a responsabilidade direção de produção e de gestão financeira, até dezembro de 2005. De abril de 2004 a janeiro de 2007 fez parte da equipa de Direção de Cena do Teatro Camões/CNB.

Ao longo destes 23 anos colaborou pontualmente em várias estruturas, tanto na área de direção de cena com na área de produção, a destacar: Truta, associação cultural; Pato Profissional e Mala Voadora. Em agosto de 2015 funda HomemBala, associação cultural com Tónan Quito, fazendo parte da direção executando a gestão financeira e a direção de produção até dezembro de 2017.

Desde 2006 trabalha regularmente como formadora, dando vários workshops a profissionais do espetáculo e em várias escolas da área do espetáculo. A destacar o módulo de direção técnica e de cena no curso de técnicos de espetáculos na Restart – Instituto de Criatividade Artes e Novas Tecnologias em 2013 e Produção de espetáculos na Escola Superior de dança no ano curricular 2018/2019 e 2019/2020.

Desempenha a função de diretora de cena no CCB desde janeiro de 2007.

Estratégias de Programação

Forum Dança - Elisabete Paiva
Elisabete Paiva

Conteúdos

  1. A programação cultural enquanto campo específico de atuação;
  2. Panorâmica sobre a programação cultural em Portugal em relação com o espaço europeu;
  3. Elementos em jogo na constituição de uma programação: autoria, contexto e economia; programadores, criadores, públicos e críticos;
  4. Práticas artísticas contemporâneas e sua relação com conceitos e estratégias de programação;
  5. A relação com os públicos: relevância e participação, tempos e lugares;
  6. Formatos, ritmos e escalas de programação: eventos, ciclos, festivais, programação regular, etc.;
  7. Programação em rede e outras formas de cooperação: exemplos nacionais e internacionais;
  8. Programação em perspetiva: análise comparada de estratégias.

 

Objetivos

  • Compreensão do papel do programador no campo da produção cultural;
  • Aquisição de ferramentas de análise crítica sobre a programação cultural e sua relação com as políticas culturais, a produção artística, a produção de conhecimento e as dinâmicas societais;
  • Reconhecimento de estratégias contemporâneas na área da programação cultural, em particular no caso das artes do espetáculo;
  • Desenvolvimento de sensibilidade e capacidade de diálogo com os vários intervenientes numa programação cultural;
  • Desenvolvimento de competências básicas de conceção e planeamento de uma programação.

 

Biografia

Elisabete Paiva é licenciada em Produção Teatral e mestre em Estudos de Teatro. Trabalhou como produtora com Luís Castro, Teatro do Vestido e Pedro Sena Nunes.

Foi responsável pelo Serviço Educativo do Centro Cultural Vila Flor (2006 a 2014), na sequência de experiências marcantes de cruzamento entre criação, educação e território no CENTA – Centro de Estudos de Novas Tendências Artísticas (2003–2005).

Concebeu e programou o Serviço Educativo de Guimarães 2012 CEC e atualmente é Diretora Artística do Festival Materiais Diversos.

Arte e Sociedade

Giacomo Scalisi
Giacomo Scalisi

Conteúdos

Estas aulas abordarão o tema do papel da arte na nossa sociedade e na educação, questionando a responsabilidade que os diferentes organismos gestores da cultura – teatros, museus, centros culturais, mas também programadores e artistas – põem no seu trabalho quotidiano.

Analisaremos, através de exemplos de programação artística, imagens de espetáculos, percursos artísticos de alguns teatros, festivais e companhias europeias, as diferentes motivações e objetivos que determinam a conceção da relação entre a arte e a sociedade, a arte e a educação e os seus diferentes públicos.

 

Objetivos

  • Construir nos alunos a consciência da importância das artes na sociedade e a sua força potencial de transformação.
  • Eleger a cultura como lugar de encontro entre a memória e o presente, para a construção de uma identidade cultural, voltada para um futuro.
  • Descobrir como a cultura é uma necessidade imprescindível, sobre a qual se poderão construir melhores condições de convivência entre as pessoas.
  • Reconhecer a procura de uma nova geografia poética que renova a vivacidade da relação entre artistas e público.
  • Reconhecer a arte e a sociedade, numa dimensão de permanente mudança de territórios, espaços, pensamento e política.
  • Novas estratégias de ação, novas ideologias, novos projetos culturais.
  • Afirmar a força dos projetos artísticos como motor de desenvolvimento da vida social contemporânea nos vários âmbitos da sociedade e da educação.

 

Biografia

Giacomo Scalisi é italiano, vive em Portugal desde 1998. Desde então, desenvolve actividade como programador cultural e diretor artístico, realizando um trabalho de conceção de programas de espetáculos, exposições e festivais em torno das artes contemporâneas: Teatro, Dança, Música, Novo Circo, Artes Plásticas assim como projetos multi-disciplinares que envolvem também as novas tecnologias.

Entre 2000 e 2008, colabora com o Centro Cultural de Belém em Lisboa como diretor artístico em parceria com Madalena Victorino do projeto “Percursos, Festival Europeu de Artes do Espetáculo para um Público Jovem” e como programador para a área do Teatro e Novo Circo, (2004-2008).

Destaca entre outros projetos: O Festival “Todos, Caminhada de Culturas” Viajar pelo mundo sem sair de Lisboa, uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa / Glem, Lisboa, Encruzilhada de Mundos e da Academia de Produtores Culturais e a Orquestra Todos, uma nova orquestra intercultural com os sons do mundo que a cultura portuguesa contém. Para as Festas da Cidade de Lisboa, dirige a partir de 2009, “O Teatro das Compras”, um projeto de espetáculos nas antigas lojas da baixa de Lisboa. Em 2011 e 2012 cria e dirige como diretor artístico a rede inter-municipal Movimenta-te Trajectórias de programação cultural em rede, um projeto com e sobre Faro, Loulé, São Brás de Alportel. É consultor desde 2011 da Fundação de Serralves no Porto. Faz a consultoria artística com Madalena Victorino do Festival de Artes Contemporâneas VISEU A… em 2013 e 2014, uma iniciativa do Teatro Viriato.

Tem lecionado nos cursos de Gestão e Produção das Artes do Espetáculo organizados pelo Forum Dança, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa – Estudos de Teatro – Programa de pós-graduação, na pós-graduação em Programação e Gestão Cultural da Universidade Lusófona, no curso de mestrado de Arte, Comunicação e Cultura da Universidade do Algarve e também noutras entidades culturais.

Competências Digitais

Eduardo Quinhones Hall
Eduardo Quinhones Hall

Conteúdos
Na era digital a comunicação é também ela cada vez mais digital. A atividade humana conta com uma presença online cada vez mais assídua e sobrecarregada de estímulos. Por essa razão, uma presença digital com impacto tem, cada vez mais, de saber integrar de forma eficiente as técnicas de marketing digital e comércio eletrónico.
As questões abordadas neste módulo passam pela aprendizagem dos conceitos base à compreensão da relevância da criação e gestão eficiente de conteúdos digitais, por forma a que a informação que estes veiculam alcance os públicos das atividades promovidas pelo gestor/produtor cultural.

 

Criação, edição e gestão de conteúdos digitais:

  • Imagem Vetorial e Imagem Matricial;
  • Resoluções, formatos e suportes de imagem;
  • Plataformas de partilha em serviços baseados em sistemas Cloud;

 

Web, Marketing e Comunicação Digital:

  • Posicionamento web;
  • Plataformas/aplicações web com sistema de gestão de conteúdos;
  • Redes sociais;
  • Campanhas omnicanal;
  • Gestão de públicos – CRM (Customer Relationship Management).

 

Biografia

Criador e gestor de conteúdos, especializado em assessoria de comunicação e design cultural. Fez o curso de Artes Gráficas e Comunicação (1995), pela Escola Artística António Arroio. Licenciado em Tecnologia e Artes Gráficas, vertente Multimédia e Novas Tecnologias da Comunicação (2000), pela Escola Superior de Tecnologia do Instituto Politécnico de Tomar. Tem uma pós-graduação em Práticas Tipográficas e Editoriais Contemporâneas, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.

Concluiu o Curso de Gestão/Produção das Artes do Espetáculo (2018) do Forum Dança e o Curso de Gestão Estratégica de Projetos Culturais e Criativos (2021) integrado nos Cursos Livres de Ano Novo da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, pelo centro de formação Luís Krus.

Desde 1999 desenvolve a sua atividade nas áreas do design e da produção gráfica, do marketing digital, comunicação e publicidade e, mais recentemente, na área da gestão e criação de conteúdos para plataformas digitais e redes sociais. Tem passado por várias estruturas, do setor público ao privado, tanto em agências de comunicação, design, web e publicidade, assim como também em organismos públicos, escolas, fundações, museus e teatros. Desde 2013 que presta assessoria de design e comunicação cultural a artistas, associações e outros coletivos. É responsável pela imagem e comunicação do Forum Dança desde 2019.

Luz e Som (2 módulos)

Conteúdos

  1. Introdução às questões técnicas de Luz e Som, aplicadas à produção nas artes performativas:
    • Meios técnicos;
    • Léxico específico.

 

Objetivos

  • Conferir o domínio básico do léxico técnico de luz e som aplicados às artes performativas.

 

Formadores a definir.

Debates

Nelson Guerreiro
Nelson Guerreiro

Conteúdos
Serão organizadas sessões presenciais para a realização de debates que permitam a discussão, entre as pessoas participantes do curso, sobre as especificidades do setor cultural, no âmbito das artes do espetáculo, na região do Algarve.
Estes debates serão mediados por Nelson Guerreiro e poderão contar com a presença de outras pessoas convidadas que se juntam à discussão destes temas. Tanto os temas como as pessoas convidadas serão selecionadas entre as diferentes estruturas que participam na formação.

 

Os debates serão promovidos dentro dos seguintes módulos:

  • Comunicação Cultural;
  • Gestão Financeira;
  • Estratégias de Programação;
  • Políticas Culturais;
  • Arte e Sociedade;

 

Biografia

Nelson Guerreiro, foi, entre 2004 e 2018, docente na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha nos cursos de Teatro, Som & Imagem e Artes Plásticas, onde lecionou disciplinas como: Teatro Contemporâneo & Performance, Happening & Performance, Arte & Performance, Escrita Criativa, Escrita & Narrativa, Teoria e Crítica do Espectáculo.

Em 2018, cofundou a Associação Cultural BÓIA (Lagoa, Algarve) com Filipa Brito e codirigem artisticamente o Festival PARAGEM: práticas artísticas contemporâneas em época balnear desde 2019. Actualmente, investiga e disserta sobre “O (Des)Formato da Conferência-Performance como Interstício Paradisíaco entre o Pensamento e as Artes”.

Em suma, Nelson Guerreiro é autor, professor, investigador, performer, programador cultural, etc. Acima de tudo é um Etc. – aquilo que na língua inglesa se convencionou como slasher, porquanto é o contexto onde intervém que o define perante a sua natureza múltipla.

Projeto

As matérias apreendidas no curso ganham aqui um corpo de projeto colocando os alunos na posição de produtores executivos do mesmo.
Deve contemplar todas as vertentes de produção num projeto artístico, sendo acompanhado por Nelson Guerreiro e pelas formadoras de Gestão Financeira e Comunicação Cultural.

Formulário

Todos os campos são de preenchimento obrigatório. Deve enviar o CV e a Carta de Motivação digitalizados e em formato “.jpeg” ou “.pdf”. A foto tipo passe deve ser enviada em formato “.jpeg” – os ficheiros não podem ultrapassar 1 MB por cada um deles.

As candidaturas estão encerradas.

Imagem © Stockgiu